Vidam Perevertilov, 52 anos, sobreviveu após 14 horas à deriva no Oceano Pacífico e acredita que o que o salvou foi ter decidido nadar até chegar a um "ponto negro" — uma boia de pesca à qual se manteve agarrado até ser salvo. "Não estava ancorada a nada, era apenas um pedaço de lixo marinho", afirmou o filho de Vidam.

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De acordo com a "BBC News", Perevertilov é engenheiro-chefe do navio Silver Supporter e estava a fazer uma viagem de abastecimento entre o porto de Tauranga, na Nova Zelândia, e a ilha isolada de Pitcairn. A 16 de fevereiro por volta das 04h, Vidam Perevertilov sentiu-se maldisposto tendo saído do interior do navio para recuperar,  terá sido nessa altura que caiu ao mar sem que o resto da tripulação se apercebesse. Segundo o filho, o engenheiro terá desmaiado, visto que não se lembra como caiu.

Horas despois, perceberam que Vidam tinha desperecido e, após determinarem a sua localização, conseguiram encontrá-lo. O navio contou ainda com a ajuda de um avião da marinha francesa e dos serviços meteorológicos. Quando encontrado, Vidam "parecia que tinha envelhecido 20 anos e estava muito cansado", afirma o filho do engenheiro.

"A vontade de sobreviver foi forte... Eu, provavelmente, teria logo afundado, mas ele mantém-se sempre em forma e saudável e é, por isso, que penso que conseguiu sobreviver", confessou ainda o filho citado pela BBC.

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