Lisa Montgomery, 52 anos, era atualmente a única mulher que se encontrava no corredor da morte nos EUA e foi esta quarta-feira, 13 de janeiro, executada após receber uma injeção letal. A morte foi declarada à 01:31, hora local (05:31 em Lisboa), na prisão federal de Terre Haute, no estado do Indiana.

Montgomery foi condenada por ter assassinado Bobbie Jo Stinnett, uma jovem de 23 anos, tendo cortado a criança do ventre da mãe e passado a assumi-lo como seu. O crime aconteceu em 2004 na cidade de Skidmore, no noroeste do Missouri, mas só em 2007 é que Lisa foi condenada.

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Durante as investigações, todas as pistas apontavam para a mulher que depressa foi detida pela polícia, a quem cedeu todas as provas do crime. Recentemente, a execução de Lisa Montgomery esteve em causa devido ao adiamento da pena aplicada que só poderia ser remarcada a 1 de janeiro, após a tomada de posse de Joe Biden, que se apõe à pena de morte no país. Contudo, segundo a "BBC", este adiamento foi suspenso à "última hora" pelo Supremo Tribunal dos EUA e a primeira execução de uma mulher desde 1953 aconteceu esta quarta-feira. 

A defesa de Lisa tentou recorrer da decisão argumentando sempre que a mulher de 52 anos sofria de problemas mentais e foi vítima de abusos sexuais a vida inteira, mas a administração Donald Trump decidiu manter a condenação à pena de morte. A execução de Lisa Montgomery foi a primeira de três que estão agendadas até à saída do poder de Donald Trump que retomou as execuções federais depois destas terem sido abandonadas durante 17 anos.

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