Um bocadinho mais para a direita, um bocadinho mais para a esquerda, mas sempre ao centro. Na quarta-feira passada, 22 de maio, Aaryn Whitley partilhou várias fotografias de mulheres a mostrar o sinal idêntico que têm no pulso. "Senhoras... vocês têm um sinal no meio do vosso pulso ou é um mito?", perguntou.

A resposta não tardou a chegar. De repente, a publicação encheu-se de fotografias de sinais mais ou menos na mesma posição. A grande maioria não tinha sequer reparado na sua existência, mas a partir do momento em que é visto, é difícil esquecê-lo.

Os sinais na pele são muito comuns, e geralmente vão surgindo ao longo da vida. Eles advêm dos melanócitos, isto é, células da pele que produzem o pigmento responsável pela sua cor, a melanina. Fatores genéticos e ambientais, bem com a idade e raça, estão na base do desenvolvimento dos sinais. E quando falamos nos fatores ambientais, não podemos esquecer o mais importante: a exposição à radiação ultravioleta.

É a principal razão para o aparecimento de sinais. A exposição ao sol ativa a produção da melanina, o que pode justificar o porquê de tantas pessoas terem sinais idênticos. Afinal, esta área dos pulsos é uma das que está mais exposta ao sol — às vezes até no inverno, quando num dia de maior calor arregaçamos as mangas.

Os genes também ajudam, como já referimos: em pessoas com a pele mais clara os sinais, ficam mais evidentes.

Poderá ser esta a explicação? Parece que para já não é possível chegar a uma resposta definitiva. Ainda assim, vale a pena espreitar as fotografias que mostram como as coincidências ainda existem — salvo as devidas exceções, claro.

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