Já foi libertado o documentário que promete muita polémica e revelações e que aborda os escândalos sexuais que envolveram o príncipe André, duque de York, e o antigo multimilionário Jeffrey Epstein, condenado por esquemas de abusos sexuais, e que se matou na prisão. No filme, falam vários antigos funcionários reais e jornalistas, incluindo o ex-secretário de imprensa, Dickie Arbiter. A estreia foi esta quarta-feira, 5 de outubro, na plataforma Peacock, que não está disponível em Portugal.

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Com um comportamento que encheu de vergonha a família real britânica, o duque de York, 62 anos, irmão mais novo do rei Carlos III, foi, no início do ano, afastado da realeza depois de ter sido obrigado a pagar milhões de libras num acordo para não ser condenado em tribunal. A acusação partiu de Virginia Giuffre, 39 anos, ativista na luta pelos direitos das mulheres sexualmente abusadas, e também ela uma vítima de Epstein e do príncipe André. Virginia terá sido abusada pelos dois em 2001, quando tinha 17 anos. 

Anteriormente considerado o filho “preferido” da Rainha Isabel II, o principe André é agora descrito no documentário “Prince Andrew: Banished” como "um idiota", um "pirralho mimado" e um "narcisista" que “não conseguia manter as calças subidas”. O próprio Epstein gozava com o príncipe, a quem chamava de "idiota útil".

Através de várias entrevistas com antigos funcionários do Palácio de Buckingham e jornalistas, Jamie Crawford, o realizador, conseguiu mergulhar no mundo do “privilégio, ciúme, desejo e ganância" do príncipe André. Uma das testemunhas é Paul Page, antigo segurança real, que descreve o duque de York como sendo "um rufia horrível" que tinha uma "porta giratória de mulheres" a entrar nos seus apartamentos do Palácio de Buckingham.

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