Uma aeronave que combatia incêndios caiu em Vila Nova de Foz Côa. Tratava-se do avião anfíbio Fire Boss, que tentava apagar o incêndio em Urros, Torre de Moncorvo. O comandante-piloto André Serra foi abastecer junto ao rio Douro em Castelo Melhor, mas, ao sair do abastecimento, bateu em socalcos de vinhas, adianta o "Jornal de Notícias".

O avião acabou por cair na quinta do Crasto, junto à Estrada Nacional 222. Esta queda levou a um incêndio e, mais tarde, o corpo de André Serra, de 38 anos, foi encontrado carbonizado. O piloto natural do Barreiro era casado e deixa uma filha de 5 anos. André tinha 12 anos de experiência de pilotagem destes aviões. Em 2009, integrou a Força Aérea Portuguesa.

Portugal continua em situação de contingência até domingo, 17 de julho, graças às previsões metereológicas que apontam para a existência de temperaturas muito elevadas e risco de incêndio. Têm existido inúmeros destes focos por todo o País, estando, de momento, 150 fogos ativos.

Os que causam maior preocupação aos bombeiros são os que decorrem nas zonas de mato de Urros e Parede dos Castelhanos, em Torre de Moncorvo, em Bragança, e em Teixeira e Teixeiró, no concelho de Baião, no distrito do Porto, explica a "RTP". Há 230 operacionais nestes terrenos.

Há mais de 2.000 bombeiros no terreno. Área ardida em Portugal já é superior à do ano passado
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Só este ano, até ao dia 15 de julho, já arderam 38 mil hectares. É o maior número desde 2017, ano marcado pelos incêndios em Pedrógão Grande, relembra o "Observador". De acordo com a Proteção Civil, 80% dos incêndios são causados por fogo posto e mão criminosa.

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