Há mais 15 mortes e 2.552 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quinta-feira, 26 de agosto, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

O ano letivo de 20211/2022 começará entre 14 e 17 de setembro e esperam-se novas medidas da Direção-Geral da Saúde (DGS) e da Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares (DGEstE) sobre os procedimentos a adotar. Os especialistas defendem que o uso de máscara deve continuar, bem como as principais medidas de prevenção, e também que deve acabar o isolamento profilático de uma turma quando é detetado apenas um caso.

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A opinião é do vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, David Sousa, que refere que "face ao nível de vacinação, inclusive dos alunos com mais de 12 anos, e à consequente redução da perigosidade, a expectativa é de que, mesmo havendo casos positivos, estes não interfiram tanto na vida escolar", disse ao "Correio da Manhã".

Ainda sobre a vacinação, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, avançou que poderá ser recomendada uma terceira dose para pessoas imunossuprimidas. "Um doente oncológico, passada aquela parte em que está imunodeprimido e em que está a fazer tratamento, depois recupera. Então essas pessoas têm indicação para levar uma outra dose", afirmou esta quarta-feira, 25, em entrevista ao programa "Casa Feliz", da SIC. Graça Freitas acrescentou ainda que a nova dose também está a ser estudada para pessoas mais "velhas, doentes ou que têm outra qualquer condição e que podem não ter ficado completa ou duradouramente protegidas".

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