Há mais 91 mortes e 10.027 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quarta-feira, 6 de janeiro, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

Os dados são divulgados um dia depois de serem conhecidos os resultados da autópsia à funcionário do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto que morreu dois dias depois de ter sido vacinada contra a COVID-19. A autópsia revelou que a causa da morte não se deveu à vacina, explicou o Ministério da Justiça.

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"Informa-se, sem qualquer referência à causa da morte, que se encontra abrangida pelo segredo de justiça, que os dados preliminares resultantes da autópsia médico-legal hoje [terça-feira, 5 de janeiro] realizada não evidenciam qualquer relação entre a morte e a vacina a que foi sujeita", lê-se na nota divulgada pelo governo.

A notícia da morte foi dada no domingo, 3, pelo "Jornal de Notícias", que citava o comunicado oficial da instituição dizendo que a auxiliar não registou reações adversas à vacina depois de esta ter sido administrada.

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