Há mais duas mortes e 388 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta terça-feira, 30 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico. Desde o início de setembro que não se registavam tão poucas mortes em Portugal.

Os números da COVID-19 no País são divulgados no mesmo dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu  que é “manifestamente difícil” perceber qual a origem do vírus SARS-CoV-2. "Não sabemos a origem precisa do VIH (o vírus que provoca a sida), não sabemos a origem precisa do ébola e vai demorar muito para descobrir a origem precisa da COVID-19”, disse David Nabarro, especialista da OMS para a COVID-19.

As declarações de David Nabarro surgem após a OMS divulgar um relatório esta segunda-feira, 29, que aponta, sem certezas, que o vírus deverá ter passado dos morcegos para os humanos através de um outro animal, revela um rascunho preliminar do relatório obtido pela Associated Press, de acordo com a RTP. O mesmo documento destaca ainda que a origem do vírus através de uma fuga laboratorial é “extremamente improvável".

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Ainda esta terça-feira mais de 70 cientistas afirmaram que as vacinas contra a COVID-19 poderão já não ser eficazes daqui a cerca de nove meses, segundo o "The Guardian". A revelação é feita com base numa investigação de especialistas de 28 países, que acreditam que a vulnerabilidade de algumas nações, onde a taxa de vacinação é menor, pode aumentar as mutações do vírus.

"A menos que vacinemos o mundo, deixamos o campo de jogo aberto a cada vez mais mutações, o que poderá produzir variantes que podem escapar às nossas vacinas atuais e exigir vacinas de reforço para lidar com estas [variantes]", disse Gregg Gonsalves, professor associado de epidemiologia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

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