Há mais duas mortes e 902 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. 509 casos foram registrados na região de Lisboa e Vale do Tejo. No Algarve houve mais 100 casos. São estes os dados divulgados esta segunda-feira, 28 de junho, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

A marcar a atualidade nacional está a decisão da Administração Regional de Saúde do Algarve (ARS) de suspender as aulas presenciais para os alunos do 1.º e 2.º ciclo de escolas públicas e privadas dos concelhos de Albufeira, Faro, Loulé, Olhão e São Brás de Alportel. Estes concelhos passam assim a ter aulas à distância, "de modo a conter cadeias de transmissão", diz o comunicado publicado pela ARS e assinado pela delegada de Saúde regional do Algarve, Ana Cristina Guerreiro.

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A decisão surge na sequência do aumento de casos na região do Algarve, sendo que no concelho mais preocupante, Albufeira, a taxa de incidência, a 14 dias, ultrapassa os 500 casos por 100 mil habitantes.

Em Lisboa, até sábado, 3 de julho, de modo a conter também a pandemia, são vários os locais onde residentes e não residentes podem, de forma gratuita, fazer um teste para saber se estão infetados, noticia esta segunda-feira, o jornal "Expresso". A iniciativa é uma parceria entre o ministério da Saúde, Cruz Vermelha Portuguesa, e Câmara Municipal de Lisboa, através da Polícia Municipal e Proteção Civil e os postos de testagem vão funcionar especialmente em zonas onde o número de casos é mais elevado.

Quanto à vacinação, sabe-se agora que alguns centros estão a verificar um aumento no número de pessoas que faltam à inoculação mesmo depois de se terem autoagendado e confirmado por SMS a marcação, avança o "Jornal de Notícias". Futebol, feriados e proximidade das férias de verão podem ser a razão, mas a situação está a preocupar alguns autarcas.

"No dia do jogo de Portugal [com a Alemanha] verificaram-se dois fenómenos: pessoas que vieram a partir das 14 horas, antecipando autonomamente a chegada [a partida começou às 17 horas], e, mesmo assim houve mais de 100 pessoas que faltaram" revelou o presidente da Câmara de Gondomar, Marco Martins, ao "JN", referindo que as faltas à vacinação "são um número que tem vindo a crescer" diariamente.

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