Os portugueses voltam às urnas a 30 de janeiro. Marcelo Rebelo de Sousa anunciou esta quinta-feira, 4 de novembro, a dissolução do parlamento e convocou eleições legislativas antecipadas para o penúltimo dia do primeiro mês do ano. O anúncio do sufrágio para voltar a eleger os representantes na assembleia da República acontece uma semana depois de o orçamento do Estado ter sido chumbado, algo que acontece pela primeira vez em 45 anos .

A 86 dias das eleições legislativas, há muito para decidir em dois partidos com assento no parlamento: PSD e Chega terão, nas próximas semanas, eleições internas, que ditarão (ou não) a continuidade dos atuais líderes. Os Conselho Nacional social democrata reúne este sábado, 6 de novembro, para decidir sobre o adiamento das diretas, agendadas para 4 de dezembro.

Orçamento do Estado chumbado e governo em risco de cair. O que se segue?
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Paulo Rangel já anunciou a sua candidatura à presidência do partido, lugar atualmente ocupado por Rui Rio. Também este sábado acontecem as eleições internas do Chega, que decidirão a continuidade de André Ventura na liderança e, entre 26 e 28 de novembro, o partido reúne-se em Congresso.

Se as legislativas acontecessem hoje, o PS vencia com 38,5% dos votos. De acordo com a sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF, o PSD teria 24,4% de intenções de voto. O Bloco de Esquerdo surge em terceiro (8,8%), depois o Chega (7,7%).Iniciativa Liberal reune 4,7% das intenções de voto, CDU 4,6%, PAN 2,8% e CDS 2%. Se tais intenções se confirmarem, o Partido Socialista, sem maioria absoluta, terá novamente de encontrar soluções de governação com outros partidos.

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