A tendência é decrescente nos últimos dois anos, mas os números continuam a ser lamentáveis: 43 bebés foram abandonados em Portugal entre 2017 e 2021. Em 2020, ano que marcou o início da pandemia da COVID-19, contabilizaram-se nove crianças encontradas nestas circunstâncias, e em 2021, foram identificados quatro casos, relata o "Jornal de Notícias".

Já antes da pandemia chegar ao País, o abandono de bebés estava a aumentar de ano para ano, com 2019 a contabilizar o maior número de casos: 22 situações denunciadas pelas comissões de proteção de crianças e jovens, e 12 casos comprovados, avança a mesma publicação.

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Existem vários motivos na origem dos atos de abandono, identificando-se os casos de gravidez indesejada, surto psicótico, ausência de suporte familiar, consumo de drogas e pobreza como os mais comuns, relatam as autoridades.

"No âmbito da jurisdição criminal, sendo os inquéritos registados por tipo de crime, o abandono de recém-nascidos não configura, por si, um tipo específico, podendo enquadrar-se em vários tipos criminais, consoante as circunstâncias do caso", salientou a Procuradoria-Geral da República ao "JN".

Em 2022, existem, pelo menos, dois casos de abandonos de bebés: a 27 de junho, um recém-nascido com cerca de 7 meses de gestação foi encontrado em Sintra, e não sobreviveu; já a 11 de julho, foi encontrado um bebé em Cascais, ainda com o cordão umbilical, e foi transportado para o hospital em condição estável.

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