O operário da construção civil de 43 anos infetado com o novo coronavírus, detido no domingo, 5 de abril, na Póvoa do Varzim, por ter violado o dever de confinamento, continua em fuga com a mãe de 70 anos. A progenitora também está infetada pela COVID-19, avançam os jornais "JN" e "Correio da Manhã".

Depois de ter sido detido a primeira vez por violação do dever de confinamento obrigatório, o operário forneceu às autoridades dados pessoais falsos, nomeadamente os do seu irmão, um homem residente em França que já foi condenado a uma pena de oito anos de prisão, por furtos no Algarve, avança o "JN". O homem em fuga chamar-se-á então João Pedro, diz o "JN", e não Lourenço Silva, como avança o "Correio da Manhã".

COVID-19. Homem infetado passeava na Póvoa de Varzim, foi detido e levado para casa. Voltou a fugir
COVID-19. Homem infetado passeava na Póvoa de Varzim, foi detido e levado para casa. Voltou a fugir
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Não é a primeira vez que este homem, de regresso a Portugal desde meados de março, viola o dever de confinamento. Segundo relatos dos vizinhos, apesar do teste positivo, o emigrante em França fazia uma vida normal em Aver-o-Mar, na Póvoa do Varzim, onde "passava os dias na padaria e no café" e "andava na rua como se nada fosse". O homem foi testado no Hospital de S. João, no Porto, depois de ter apresentado sintomas. Nesta altura ainda residia em Vinhós, em Fafe, tendo-se mudado depois para esta freguesia da cidade do norte.

Depois de várias tentativas de contacto por parte da linha de Saúde 24, a Polícia de Segurança Pública (PSP) tomou conhecimento da violação das regras e tentou também chegar ao homem, mas sem resposta. Acabou por cercar as imediações de casa do operário de construção civil, detendo-o. Por esta altura, ele explicou que violara o dever de confinamento por já não apresentar sintomas.

O homem foi depois visto a colocar malas no carro e a fugir juntamente com a mãe, acabando por fugir. As autoridades de Fafe já estão em alerta, uma vez que é nesta cidade do distrito de Braga que continua a residir o pai do operário. No entanto, o progenitor garantiu que não tem conhecimento do paradeiro da mulher e do filho.

As autoridades do resto do país estão em alerta.

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