Há mais duas mortes e 1.233 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quinta-feira, 17 de junho, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

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Os dados são divulgados no mesmo dia em que se sabe que a partir das 15 horas da próxima sexta-feira, 18, passa a ser proibida a deslocação para fora (ou para dentro) da Área Metropolitana de Lisboa aos fins de semana. O objetivo desta nova medida é impedir que "a elevada incidência que neste momento se faz sentir nesta região não se transporte para fora dela", anunciou a ministra Mariana Vieira da Silva.

Apesar de não serem permitidas entradas e saídas para ou de Lisboa, a circulação entre concelhos que compreendam esta região não está proibida. "É muito mais uma medida de proteção do resto do País, para não estender o fenómeno em Lisboa para outras regiões", continuou.

As deslocações em contexto laboral estão isentas desta restrição, desde que devidamente justificadas.

Também esta quinta-feira, a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) e o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) recomendaram que viajantes europeus vacinados e recuperados da COVID-19 não sejam obrigados a testes e quarentenas.

Em causa estão orientações divulgadas pela EASA e o ECDC para viagens aéreas seguras em termos de saúde na União Europeia (UE), numa altura em que está quase a entrar em vigor o certificado COVID-19 comprovativo da vacinação, recuperação ou testagem, escreve o "Correio da Manhã".

"Os países devem considerar que as pessoas vacinadas e as pessoas que recuperaram da COVID-19 nos 180 dias anteriores [à viagem], que não estão a chegar de países ou áreas de muito alto risco com circulação comunitária de variantes de preocupação e que podem fornecer provas disso utilizando o certificado da UE, ou nacionais de países terceiros utilizando meios de certificação semelhantes, não devem ser sujeitos a testes ou quarentena", aconselham as agências europeias, salienta a mesma publicação.

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