Embora o ritmo de crescimento esteja a abrandar, e as infeções demonstrem tendência a decrescer, a mortalidade por COVID-19 em Portugal "manter-se-á provavelmente elevada". As conclusões são do relatório de monitorização das "linhas vermelhas" publicado esta sexta-feira, 13, pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa).

COVID-19. Há mais 12 mortes e 2598 novos casos de infeção em Portugal
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De acordo com o documento, a mortalidade por COVID-19 em Portugal —  que a 11 de agosto registou um valor de 18,6 óbitos em 14 dias por um milhão de habitantes — "está acima do limiar preconizado" pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças. Além disso, face à semana anterior, de 4 de agosto, os número representam um acréscimo de 13% na mortalidade, escreve o "Jornal de Notícias". 

O relatório de monitorização das linhas vermelhas refere ainda que "a atividade epidémica" do coronavírus SARS-CoV-2, responsável pela COVID-19, continua com "elevada intensidade", mas "com tendência decrescente a nível nacional", sendo "estável nas regiões Centro e Alentejo" e tendo-se registado apenas no Algarve uma incidência superior ao limiar de 480 casos em 14 dias por 100 mil habitantes, lê-se no "Diário de Notícias". 

Quanto aos internamentos, também o número de camas ocupadas nas Unidades de Cuidados Intensivos está a descer, registando-se uma redução de "16% em relação à semana anterior".

Apesar de a mortalidade ter subido, Portugal desceu para terceiro país da União Europeia com mais mortes. Neste momento, Espanha e Chipre são os países com maior percentagem de mortes, noticiou o jornal "Público" esta quinta-feira, 12.

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