Brinquedos não devem faltar — depois de terem sido proibidos em supermercados e lojas específicas no ano passado, estão de volta sem restrições — e ao que tudo indica os preços também não vão inflacionar. Duas empresas, a Concentra e a coreana Yoyoso, afirmam que as campanhas de Natal foram preparadas com antecedência e haverá artigos para venda. No caso da Concentra, apesar do aumento do custo das matérias-primas, garante que isso não se refletirá nos preços.

"Temos tudo organizado para que não falte nada aos portugueses. Os nossos brinquedos, sejam de produção própria ou de marcas parceiras, já estão disponíveis em todas as nossas lojas e temos stock suficiente", refere Luís Ye, diretor-geral da Yoyoso em Portugal, ao "Diário de Notícias".

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O responsável diz que para isso teve "de começar os preparativos para o Natal com muita antecedência", até porque pelo meio foi preciso enfrentar complicações na produção e distribuição dos brinquedos. Uma vez ultrapassadas, nas sete lojas em Portugal vai ser possível encontrar este Natal desde brinquedos a equipamentos eletrónicos.

Por sua vez, a Concentra, marca responsável por artigos da Disney, do Batman e de Luccas Neto, no início de 2021 ainda tinha stock do Natal por escoar, mas este ano o panorama será diferente, sendo que a empresa pode terminar 2021 com um ligeiro crescimento no mercado, de acordo com Ricardo Feist, administrador da Concentra Brinquedos.

Apesar de alguns desafios, como o aumento do valor das matérias-primas e demora nas encomendas que obrigaram a maiores custos para garantir o transporte dos brinquedos para Portugal a tempo do Natal, o responsável afirma que a Concentra vai cobrir a maioria, o que significa que quase todos os brinquedos vão custar o mesmo. "Em 90% dos nossos produtos mantivemos os preços".

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