No regresso à nova normalidade em Portugal, que passa de um estado de emergência para uma situação de calamidade pública, o Governo anunciou esta quinta-feira, 30 de abril, que os cinemas, teatros, auditórios e todas as salas de espetáculo vão começar a reabrir a partir do início de julho.

Apesar disso, e como qualquer reabertura prevista pelo Governo, há medidas obrigatórias a cumprir para que se minimize o risco de contágio e de criações de novas cadeias de transmissão. Por isso mesmo, todos estes espaços vão ter a sua lotação total reduzida e haverá sempre lugares marcados para que seja possível a aplicação de medidas de distanciamento físico e social.

Terminado o estado de emergência já no próximo sábado, a 2 de maio, Portugal prepara-se para começar a caminhar rumo a uma nova normalidade que, até aqui, implicava grande parte do comércio fechado, restaurantes abertos mas limitados a um regime de take-away e limitação da livre circulação.

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Com o desacelerar dos casos de contágio por COVID-19 no País, o que vai acontecer agora será o descer de um nível, passando Portugal para um situação de calamidade pública, para que a economia possa, a pouco e pouco, começar a reerguer-se.

Como já era esperado, a abertura da atividade económica no País vai decorrer ao longo de três fases para que o Governo possa, ao longo deste período, avaliar, de quinze em quinze dias, os efeitos na economia e na saúde que começarão a surgir após o desconfinamento — que se começará a efetivar já a partir de sábado.

O plano de regressar a uma nova normalidade é, apesar de tudo isto, de alto risco, já que pode gerar novas cadeias de contágio e fazer aumentar os números de casos de infeção no País. A primeira etapa arranca na segunda-feira, 4 de maio.

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