A nona edição dos prémios GQ Men of The Year decorreu no sábado, 25 de novembro, e não faltaram caras conhecidas na passadeira vermelha (preta, na verdade) para dar início à gala. Como já é habitual, algumas estrelas internacionais viajam até Portugal para fazer parte da festa, e este ano não foi exceção. Aron Piper, conhecido por interpretar Ander na série "Elite", e Ashley Graham, modelo plus-size norte-americana, foram os convidados da edição de 2023, e até prémios receberam.

O ator espanhol levou para casa o prémio de "Style Icon" da GQ, enquanto que a modelo ganhou o prémio de Modelo Internacional do ano. Ashley Graham confessou estar bastante entusiasmada por estar em Portugal, e que tem vários amigos que vivem e que fazem férias no País. "Estou cá por 48 horas. Já tive duas refeições ótimas e espero amanhã ter outras três", disse a modelo, em tom de brincadeira.

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Ana Sofia Martins foi a apresentadora da gala, que decorreu no 8 Marvila, em Lisboa. A atriz, que já tinha apresentado os prémios GQ Men of The Year de 2013 a 2015, foi substituída por João Paulo Sousa nos anos seguintes, mas sentiu que deveria voltar a uma casa onde sempre gostou de trabalhar. "A apresentação esteve muito bem entregue, mas este ano decidi que era um bom ano para voltar. É um ano em que devemos ressalvar os papéis que temos, e se todos fizermos esse esforço acho que é possível [fazer um bom trabalho em vários meios]", disse.

A gala, que serve para homenagear vários homens e mulheres em diferentes categorias, distinguiu Madalena Costa, patinadora de 14 anos, como a Revelação do Ano, e Miguel Trindade, kickboxer profissional, como o Desportista do Ano. Também o realizador Augusto Fraga, a escritora Isabela Figueiredo, a cantora Bárbara Tinoco e a Seleção Nacional de Rugby foram distinguidos, este último com o prémio de "Heróis Nacionais".

Veja a primeira fotogaleria dos prémios GQ

No entanto, as homenagens não foram só feitas em cima do palco. José Condessa apareceu na passadeira com uma saia preta "teatral", que acabou por ser uma homenagem ao seu mestre, Carlos Avilez, encenador que morreu quarta-feira, 22 de novembro. O ator, que não tinha planeado vestir a saia em forma de homenagem, foi alertado de que esta parecia teatral. "Usava uma saia muito parecida com esta, é normal usarmos estas saias nas tragédias gregas em teatro, e de alguma forma, não tendo sido pensado, acaba por ser uma homenagem ao Carlos. O universo conspirou alguma coisa", disse.

"É uma pessoa que me diz muito. É o homem a quem eu devo tudo o que sou como ator e a quem eu devo muito do que sou como pessoa", confessou José Condessa. O ator fez parte da Companhia do Teatro Experimental de Cascais durante quase 14 anos, onde Carlos Avilez era encenador. "Ele foi um dos primeiros a confiar em mim", disse. Para o ator, Carlos Avilez foi um homem que marcou gerações, não só de atores mas também de encenadores e figurinistas. "É, sem dúvidas, uma das referências dos últimos séculos do teatro português". A saia preta "teatral" vem, assim prestar uma homenagem a uma pessoa que José Condessa afirma que o deixou "meio órfão".

Além de José Condessa e à semelhança dos anos anteriores, o preto foi o destaque na passadeira dos prémios GQ. Os brilhos e as transparências ousadas fizeram-se novamente notar mas alguns decidiram esquivar-se à regra, como Madalena Costa com um vestido cor-de-rosa ou Bárbara Tinoco com um vestido repleto de flores, mas ninguém passou despercebido.

Veja a segunda fotogaleria dos prémios GQ

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