Chega a altura do ano em que a tradição manda ligar o forno para assar castanhas e colocar em cima da mesa água-pé. Contudo, nos dois casos, se não houver cuidados, no dia seguinte ao magusto o corpo pode ressentir-se dos abusos.

No que diz respeito à água-pé, aquilo que se quer evitar é a ressaca, mas, para isso, a única solução é limitar o número de copos àquilo a que o corpo está habituado. O verdadeiro problema todos os anos no Dia de São Martinho, 11 de novembro, são as castanhas, que nos deixam de barriga inchada, flatulência e até cólicas.

Para que este ano coma castanhas de forma mais descansada, a MAGG foi à procura das melhores dicas para que o intestino não se ressinta dos efeitos deste fruto (sim, fruto, para o caso de restarem dúvidas).

O ingrediente chave que deve juntar

O ideal seria comer as castanhas o mais natural possível, mas não resistimos a pôr umas pedras de sal. No entanto, há mais um ingrediente que pode e deve colocar: erva-doce.

De acordo com a nutricionista Ana Isabel Monteiro, esta especiaria pode ajudar a evitar os tais efeitos indesejados deste fruto. Quem sabe, até descobre nesta dica amiga do intestino uma forma inovadora de dar sabor às castanhas.

Existe uma quantidade ideal?

Em tudo, quer na alimentação ou na vida, conta peso e medida é uma tríade de outro. Quanto às castanhas, a medida vai depender sempre de cada pessoa e dos objetivos, sejam eles perder, aumentar ou manter o peso.

"Importa perceber que a composição das castanhas as aproxima dos cereais e derivados e tubérculos, pelo que as podemos usar como seu substituto à refeição. Sete castanhas assadas representam mais ou menos seis colheres de sopa rasas de arroz cozido. Se for num lanche, podemos usá-las em vez do pão ou das bolachas também", esclarece a nutricionista.

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Quanto à altura do dia, Ana Isabel Monteiro acredita que não há "nenhuma hora propícia para as consumir, tal como nos restantes alimentos. Podemos consumir ao longo do dia", diz.

Castanhas assadas ou cozinhas?

Temos tendência a consumir castanhas assadas, mas há também quem goste apenas de as cozer. Gostos à parte, no que diz respeito ao intestino, quer para um ou outro método não há evidências cientificas que deem preferência a um dos modos de cozinhar, conforme revela a nutricionista Ana Isabel Monteiro.

"Diz a sabedoria popular que as castanhas cozidas são mais fáceis de digerir, mas honestamente não conheço nada científico que o comprove", acrescenta.

A nutricionista sabe apenas que cada modo de confeção tem uma correspondência diferente quando comparado com outros alimentos, tal como mostrou numa recente publicação de Instagram que explica ao pormenor tudo o que devemos saber sobre as castanhas.

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