Faltam oficialmente duas semanas para o final do ano e provavelmente já terá pensado que séries é que poderá ver já em janeiro, numa altura em que algumas das produções ainda estão interrompidas devido ao surto do novo coronavírus no mundo inteiro. A pensar nisso, fomos olhar para algumas das novidades a caminho de plataformas de streaming como a Netflix e HBO e sugerimos-lhe as mais interessantes.

Janeiro será o mês de "Cobra Kai", a série que se passa vários anos depois dos eventos de "The Karate Kid" e que conta com com Ralph Maccio, Pat Morita e William Zabka nos papéis principais — dando vida às suas personagens originais. Ainda que, inicialmente, se tratasse de um exclusivo do YouTube, só em 2020 é que ganhou a atenção necessária, e merecida, quando a Netflix assegurou os direitos de transmissão e de produção de uma nova temporada.

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Ainda na Netflix, poderá ver uma nova série animada baseada, e focada, na Headspace, a famosa aplicação para telemóveis especializada em meditação. Ao longo dos vários episódios da primeira temporada, a produção vai mostrar novas técnicas para meditar para atingir a atenção plena. Mas há mais.

De "Cobra Kai" à nova série sobre um serial killer, mostramos-lhe 8 novidades que chegam ao streaming em janeiro.

  • "The Minimalists: Less is Now" (Netflix, 1 de janeiro)

O título do filme é inspirado no lema popular de que menos é, na verdade, mais, inspirado no arquiteto Ludwig Mies van der Rohe que utilizou este aforismo para descrever a estética das suas criações.

Os Minimalistas fizeram uso desta frase para transportar, para o ecrã, a ideia de que é preciso vivermos com menos — com uma simplicidade quase extrema — para atingir a felicidade.

  • "Guia Headspace para a Meditação" (Netflix, 1 de janeiro)

A famosa app de meditação deu uma série. Ao longo de oito episódios ilustrados e animados, Andy Puddicombe explica os benefícios e a ciência por detrás da prática diária, e regular, da meditação. Os episódios têm cerca de 20 minutos cada e cada um apresenta uma técnica diferente para se atingir a atenção plena.

Sabe-se que esta será uma de três séries focadas na aplicação, cujas datas de estreia ainda não foram anunciadas.

  • "Cobra Kai" (Netflix, 1 de janeiro)

Tinha tudo para ser um fracasso, um péssimo regresso às origens e uma desilusão para todos os fãs da saga que começou em 1984 com o lançamento do filme "The Karate Kid" — com Ralph Maccio, Pat Morita e William Zabka nos papéis principais. Mas foi tudo menos isso. "Cobra Kai", a nova série do YouTube que agora está na Netflix, revelou ser um sucesso.

A explicação para o fenómeno passa por abordar de forma moderna e sofisticada um franchise que tem quase 34 anos de existência, sem nunca esquecer todas as nuances que fizeram dos filmes um sucesso (a começar pelo regresso dos atores principais). A série faz uma reflexão profunda sobre o legado do "Karate Kid" sem que, nesse processo, se leve muito a sério.

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  • "Night Stalker: Caça a um Assassino em Série" (Netflix, 13 de janeiro)

Haverá mais um documentário de crime para ver na Netflix. Este é sobre um dos serial killers mais violentos que, em meados de 1985, assassinou e abusou de homens, mulheres e crianças. Os ataques pareciam desconexos, uma vez que as vítimas tinham idades e vinham de contextos socioeconómicos muito diferentes.

A série vai mostrar de que forma é que se conseguiu chegar à identidade do criminoso e de que forma é que as investigações tiveram impacto na comunicação social e no país.

  • "Servant" (Apple TV+, 15 de janeiro)

A série acompanha a vida de um casal aparentemente normal que contrata uma babysitter para cuidar do bebé na ausência de ambos. Problema? O bebé não passa de um boneco extremamente parecido à criança que, sabe-se logo no primeiro episódio, morreu de forma inexplicável durante os primeiros meses de vida.

A babysitter, por sua vez, parece estar associada a uma seita religiosa e tem a capacidade de dar vida aos mortos. Quando ela está presente na casa do casal, o boneco ganha vida e tem o choro, a voz e as feições do filho que os pais perderam. Assim é o thriller intenso da Apple que regressa para uma segunda temporada em janeiro

  • "WandaVision" (Disney+ 15 de janeiro)

Elizabeth Olsen e Paul Bettany são os protagonistas da nova série da Marvel que, para muitos, poderá continuar a justificar a subscrição à Disney+ depois do final da segunda temporada de "The Mandalorian". Espera-se que seja uma das histórias mais estranhas de sempre a tocar em géneros tão diferentes como o drama, a sitcom e o humor mais surreal.

"WandaVision" vai contar com nove episódios.

  • "Desencantamento" (Netflix, 15 de janeiro)

A série é uma comédia para adultos e passa-se na época medieval e no reino de Dreamland. No centro da ação está Bean (Abbi Jacobson), a princesa rebelde que passa grande parte do seu tempo a desrespeitar as ordens do pai (John DiMaggio).

Ao longo da história, Bean faz-se acompanhar de duas personagens muito características: um elfo mágico (Net Faxon) e um pequeno demónio fofinho (Eric André) que foi enviado para destruir o reino.

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Ao longo da história, porém, os três acabam por criar uma forte ligação de amizade. Os dilemas começam quando Bean é obrigada, pelo pai e rei de Dreamland, a casar com um príncipe de modo a formalizar uma aliança entre as duas casas reais. A princesa, por não concordar com o casamento, faz de tudo para o impedir — desde tentar que o príncipe desapareça ou manipulá-lo para fazer uma viagem de barco pelo oceano e obrigá-lo a ouvir o canto mortal das sereias.

  • "Batwoman" (HBO, 17 de janeiro)

Com Caroline Dries ("Diários do Vampiro") como argumentista, a história vai acompanhar a figura de Kate Kane, uma ativista e defensora da justiça que decide policiar as ruas de Gotham usando uma máscara e a violência para tentar erradicar o crime e a decadência da cidade.

Na primeira temporada, o papel foi de Ruby Rose, mas a atriz acabou por sair depois de um acidente que a obrigou a ser operada às costas.

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