Mortes violentas, agressões, traições, chantagem e amoralidade. Podia ser a premissa de um thriller mas é a de "Squid Game", a série sul-coreana da Netflix que bateu o recorde previamente alcançado por "Bridgerton": alcançou 111 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias de streaming, batendo os 82 milhões conquistados pelo drama de época produzido por Shonda Rhimes.

Mas a série, em que um grupo de pessoas enterradas em dívidas entra num jogo mortal para tentar ganhar um prémio milionário, está criar preocupações por causa do sucesso que tem alcançado entre crianças e adolescentes.

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Os cenários coloridos, os jogos infantis nos quais os concorrentes têm de participar em cada etapa e a lógica de videojogo fazem com que "Squid Game" seja um fenómeno não só na plataforma de streaming, mas também nas redes sociais, em que a famosa boneca gigante do jogo macaquinho do chinês (que é na realidade um robô assassino) é a grande protagonista de memes e outras criações.

No Reino Unido, o facto de haver crianças nos recreios das escolas a imitarem os jogos mortais de "Squid Game" fez com que o Conselho Regional de Educação de Central Bedfordshire enviasse um email aos encarregados de educação, pedindo para que estivessem "atentos", "depois de terem ouvido relatos de crianças e jovens que replicam os jogos e a violência" da série, que, naquele país, é para maiores de 15 anos.

Por cá, e depois de ter começado a circular um falso comunicado, a GNR diz estar "muito atenta a este fenómeno, até pela presença ativa na comunidade escolar, junto de crianças e jovens". "Ao longo das diversas ações de sensibilização que fazemos junto da comunidade escolar iremos continuar a reforçar os conselhos e os perigos que a violência transmite às crianças e aos jovens e a importância da sua monitorização", avança a Guarda Nacional Republicana.

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