Um grupo de 24 afegãos, intérpretes e tradutores que trabalharam com as Forças Nacionais Destacadas, aterrou em Portugal na noite desta sexta-feira, 27 de agosto, acompanhado das famílias, incluindo crianças, e foi recebido no Aeródromo de Trânsito de Figo Maduro, em Lisboa, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Com os cidadãos afegãos, vieram também os quatro militares portugueses destacados para a missão de resgate no aeroporto de Cabul.

"Mereciam que estivéssemos com eles e elas na situação mais difícil das suas vidas, que é o drama a que se assiste com o povo afegão. É o pagar de uma dívida de gratidão", disse Marcelo Rebelo de Sousa após a aterragem de militares e afegãos. Também o major Marco Silva, responsável pela força destacada para o aeroporto de Cabul, deixou algumas palavras sobre a missão levada a cabo nos últimos três dias no Afeganistão, sublinhando que foi feito "tudo o que estava ao alcance".

Civis e militares viajaram a abordo de um C130, que saiu do Afeganistão em direção ao Dubai, passou por Espanha e só depois aterrou em Portugal. Este sábado vão chegar a Portugal mais dois outros grupos de afegãos, entre 36 a 38 pessoas também intérpretes e tradutores, de acordo com o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho.

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O País vai receber nos próximos dias um total de 116 afegãos que colaboram com os portugueses, embora o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, já tenha afirmado que Portugal está disponível para receber "muitos mais afegãos". A primeira fase de evacuação vai prolongar-se até 31 de agosto, data em que encerra a ponte aérea para a evacuação do Afeganistão. Para continuar as operações de resgates, serão estudadas outras opções.

Tal como Portugal, Espanha recebeu um grupo de afegãos e mais são esperados até 31 de agosto.

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