Este domingo, 14 de março, a família de Ángel Di María, o jogador de futebol que representa a equipa francesa Paris Saint-Germain (PSG), foi roubada e sequestrada enquanto o futebolista estava em campo, numa partida contra o Nantes. O jogador, que já alinhou pelo Benfica, acabou mesmo por ser substituído aos 62 minutos de jogo, depois do diretor desportivo do PSG receber uma chamada a relatar a situação, escreve o jornal "L'Équipe".

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A casa do argentino não terá sido o único alvo do assalto, dado que os pais de Marquinhos, jogador brasileiro que também joga pelo PSG, foram sequestrados na sua residência, no mesmo bairro de Di María.

Quanto à gravidade dos crimes, existem duas versões: o site RCM classifica os incidentes como "extremamente violentos", principalmente o que envolveu a família do futebolista natural da Argentina, mas o jornal "Le Parisién" descreve uma situação menos agressiva, avançando mesmo que os familiares de Di María não deram pela presença dos ladrões no piso de cima da casa, enquanto estes terão esvaziado um cofre.

Mas esta não é a primeira vez que Di María e a sua família são vítimas deste tipo de crimes. Em 2015, ainda em Inglaterra, foi alvo de uma tentativa de assalto e sequestro quando estava a jantar em casa. Os alarmes de segurança dispararam e terão potenciado a fuga dos assaltantes.

Este domingo, Mauricio Pochettino, treinador do PSG, acabou por se referir aos acontecimentos nas entrevistas rápidas após a partida com o Nantes, em que a sua equipa saiu derrotada por 1-2. "Por vezes, há situações extra-desportivas que explicam certas coisas. Não é uma desculpa [para a derrota], mas esses acontecimentos baixam a nossa energia", escreve o site Tribuna, do jornal "Expresso".

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