Há mais dez mortes e 1.408 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quinta-feira, 9 de setembro, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

Um estudo publicado esta quinta-feira, 9, diz que doentes com COVID-19 que estiveram mais tempo internados e sujeitos a ventilação são os que apresentaram mais problemas de mobilidade e ansiedade, segundo os dados das consultas de follow up do hospital São João, de acordo com o jornal "Público".

As sequelas físicas, psicológicas e funcionais podem prolongar-se durante seis a 12 meses e têm "impacto na qualidade de vida e integração dos sobreviventes ao nível da família e do trabalho, quando estão em vida ativa profissional", referiu Isabel Coimbra, médica intensivista e coordenadora das consultas, à agência Lusa, citada pelo mesmo jornal.

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A marcar a atualidade está também a confusão gerada pelas declarações da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, que esta terça-feira, 7, disse no parlamento que as máscaras eram "recomendadas" no recreio das escolas — declarações que deixaram pais e diretores de agrupamentos escolares confusos. "Cria alguma incompreensão nas escolas para saber se usam ou não a máscara, se são obrigados ou não a usá-la nos recreios. As decisões devem ser explicadas claramente e deve ser esclarecido, também, o que está na base das mesmas", afirmou Jorge Ascenção, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), ao "Diário de Notícias".

De acordo com o representante das associações de pais, não faz sentido que tenha sido feita uma enorme pressão para vacinar os mais jovens e agora sejam tomadas decisões que, a seu ver, são pouco claras e "não fazem muito sentido".

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