Há mais dez mortes e 1.782 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este domingo, 29 de agosto, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

Entre março de 2020 e agosto de 2021 foram detidas 361 pessoas por violarem as regras de confinamento obrigatório quando infetadas com COVID-19. Desde que a medida foi lançada, a 22 de março, até dezembro de 2020 foram detidas 230 pessoas e nos primeiros sete meses de 2021 foram detidas mais 128, segundo os dados da GNR e a PSP divulgados pelo "Jornal de Notícias".

As detenções aconteceram na sequência do "patrulhamento diário efetuado pelos militares da Guarda", diz a GNR, acrescentando que uma parte derivou da denúncia de terceiros.

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Também a marcar a atualidade esta domingo, 29, está a suspensão da administração da vacina Moderna na região de Okinawa, no Japão, após terem sido detetados mais lotes contaminados. Dias antes, tinham sido suspensos outros lotes de vacinas da Moderna contra a COVID-19 nos quais foram encontradas impurezas — vacinas essas que foram tomadas por dois homens que morreram no início de agosto.

Com o fim da obrigatoriedade de teletrabalho no início do mês, setembro à porta e o fim das férias de muitos trabalhadores, empresas e bancos já estão a preparar planos de contingência para o regresso ao trabalho presencial. Uma delas é a EDP, que planeia um regresso "voluntário e rotativo aos escritórios, mediante o cumprimento de todas as medidas de segurança e saúde", segundo a TVI24. Contudo, outras empresas acreditam que o teletrabalho pode mesmo ficar. "A pandemia mostrou que era possível manter a atividade laboral com a maioria das equipas em ‘homeoffice'" e que isso "terá impacto nos futuros modelos de organização do trabalho a ser desenhados numa fase pós-pandémica", refere a Sonae.

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