Há mais 28 mortes e 682 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este domingo, 7 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

Estes números surgem numa altura em que uma teoria sobre a pandemia ter surgido de um erro laboratorial ganha força na comunidade científica, suportada pelo biólogo norte-americano Bret Weinstein.

Uma das razões apontadas pelos defensores desta teoria é o próprio comportamento do vírus: Bret Weinstein, que é especializado em morcegos e biologia evolutiva, afirma que existem várias características no comportamento do SARS-CoV-2 que sugerem que a sua capacidade de infetar mais de 100 milhões pessoas a nível mundial num período de tempo inferior a um ano pode não ter tido origem num processo natural de transmissão entre espécies, salienta a Agência Lusa, tal como escreve o "Observador".

Coronavírus pode ter surgido de erro laboratorial. Teoria é defendida por especialista
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"O vírus comportou-se de uma forma inesperada desde o princípio", afirma o também professor convidado da Universidade de Princeton em entrevista à agência noticiosa, citada pelo "Observador". O biólogo norte-americano acrescenta ainda que este vírus é altamente transmissível entre indivíduos e foi capaz de descobrir modos de infetar vários tecidos diferentes nos seres humanos, "mesmo aqueles que não contribuem para a sua capacidade de se transmitir entre portadores".

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