Há mais 28 mortes e 830 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quinta-feira, 4 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

Os dados são atualizados um dia depois de Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, ter assumido a possibilidade de "uma nova escalada do vírus", mesmo com a chegada da vacina.

"O vírus sofre mutações. Não estamos livres disso, apesar da vacina. E não sabemos quanto tempo vai durar a imunidade, se vai proteger contra novas variantes ou como vai funcionar a imunidade natural", explicou esta quarta-feira, 3, na "Grande Entrevista", da RTP3.

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Questionada sobre o plano de desconfianmento, que está ainda a ser elaborado e que deve ser apresentado ao País a 11 de março, Graça Freitas realçou que vários países adotam metodologias diferentes e que não existe uma "receita" única para todos.

"Os quatro indicadores que estão a ser mais ponderados — e que não excluem outros —  são: incidência cumulativa a 14 dias, taxa de positividade, ocupação de camas em unidades de cuidados intensivos e o Rt [índice de transmissibilidade]", afirmou, realçando que, apesar de Portugal estar com um Rt "baixo" e com "uma taxa de positividade inferior a 4%", a situação em internamentos é ainda preocupante.

Quanto à vacinação, e devido ao atraso na entrega das vacinas, Graça Freitas reconheceu que "o primeiro trimestre vai ficar aquém das expetativas", mas, tal como Marta Temido já tida dito, espera-se que até ao final do verão 70% da população do País esteja vacinada.

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