Há mais 69 mortes e 6.994 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quinta-feira, 19 de novembro, pela Direção-Geral da Saúde, no novo boletim epidemiológico. É um novo máximo de casos de infeção desde o início da pandemia em Portugal.

Os novos dados são divulgados na mesma altura em o governo e o Presidente da República estão a articular de que forma será o novo estado de emergência, que será renovado por mais quinze dias a partir da próxima terça-feira, 24 de novembro. Espera-se que os concelhos sejam divididos por escalões consoante a incidência de novos casos de infeção e que haja três escalões diferentes. Mas tudo não passa de especulação com base naquilo que os partidos com quem Marcelo se reuniu foram divulgando à comunicação social. As medidas concretas serão anunciadas no próximo sábado, 21 de novembro.

"O governo estará a ponderar escalonar os concelhos em função da gravidade. Portanto, haveria um escalão mínimo, para os concelhos entre 240 e 480 casos diários, o que significa que as restrições vão ser mais leves aí; um escalão intermédio que envolve os concelhos entre 480 casos e 960 casos, e um escalão máximo nos concelhos onde se verifica um número superior a 960 casos", explicou José Luís Ferreira, lider do PEV, aos jornalistas, cita o jornal "Expresso".

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No segundo escalão de gravidade, estarão todos aqueles concelhos que registem entre 480 a 960 casos de infeção por cem mil habitantes. No patamar menos grave, estarão os municípios que registem entre 240 a 480 infeções pela mesma fatia da população. Sabe-se que nestes dois escalões menos graves, as restrições serão menos severas.

No novo pacote de medidas a ser anunciado em breve, pode estar comprometido o normal funcionamento das universidades e das grande superfícies comerciais como supermercados, hipermercados e centros comerciais. Mas apenas nos concelhos que registarem uma maior incidência de infeção por 100 mil habitantes.

Segundo o PEV, Marcelo Rebelo de Sousa transmitiu ao partido que no que toca às escolas do ensino básico e secundário, o ensino presencial deverá continuar a ser preferencial e privilegiado.

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