Há mais oito mortes e 1.782 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta segunda-feira, 12 de julho, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

Tendo em conta a quantidade de novos casos diários registados no País e o facto da variante Delta continuar a ser prevalente, Marrocos vai impor uma quarentena de dez dias aos viajantes não-vacinados contra a COVID-19 de Portugal, informou este domingo, 11 de julho, o Ministério dos Negócios Estrangeiros marroquino. A medida entra em vigor a partir desta terça-feira, 13, e aplica-se também a quem viaja de Espanha e França, lê-se na notícia divulgada pelo "Público". 

A marcar a atualidade nacional está a divulgação dos resultados preliminares de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos,que mostram que os jovens são o grupo que mais tem sofrido com a pandemia diariamente, avança o "Diário de Notícias". Alterações de peso ou sono afetaram metade dos entrevistados com idades entre os 15 e os 20 anos, 20% admitiu um aumento do consumo de álcool e de tabaco e 11% referiu ter iniciado nos fármacos psicotrópicos.

Pandemia levou jovens a consumir mais álcool. Peso e sono também sofreram alterações
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A divulgação dos dados apurados através de outro estudo mostram ainda que 40% dos portugueses continuam com sintomas da COVID-19 durante pelo menos 12 semanas após a infeção. Este estudo incidiu sobre 3046 doentes que deram entrada no Hospital de São João nas 1.º e 2.º vagas da pandemia, escreve o "Jornal de Notícias". Entre os sintomas mais comuns da condição pós-coronavírus 2019, ou COVID longa — assim designada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) —, destacam-se a fadiga (29,4%), os distúrbios do sono (26,%7) e sintomas depressivos (21,5%).

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