Portugal regista já 24.027 infetados e 928 mortos pelo novo coronavírus. São estes os novos dados avançados pela Direção Geral de Saúde (DGS) no boletim epidemiológico desta segunda-feira, 27 de abril. Estes números representam um aumento de cerca de 0,7% de infetados, enquanto as vítimas mortais registadas são 25 do que as registadas ontem.

Estes dados são anunciados numa altura em que se discute a redução do estado de alerta do País, com a possibilidade de o Governo declarar situação de calamidade pública depois de 2 de maio, data em que termina o atual estado de emergência, caso não seja renovado.

Esta segunda-feira, em declarações aos jornalistas, o primeiro ministro António Costa foi assertivo e garantiu que o fim do estado de emergência não significa o fim da emergência que constitui o surto de COVID-19.

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"Conforme as medidas de desconfinamento forem existindo, o risco de contaminação aumenta e temos de o manter controlado para que o SNS e as pessoas consigam conviver com o vírus como a humanidade convive com milhões de vírus”, cita o "Observador".

E António Costa admitiu mesmo que, caso necessário, o Governo pode recuar no desconfinamento. “Se as coisas começarem a correr mal temos de dar passo atrás. Ninguém pense que se for necessário dar um passo atrás não o daremos. Daremos sempre os passos que forem necessários para proteger as pessoas."

Neste artigo, a MAGG falou com várias educadoras de infância que são unânimes na resposta: maio é cedo demais para pensar na abertura destas instituições, onde é completamente impossível limitar o contacto dos miúdos e, por isso, evitar possíveis situações de contágio.

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