Há mais 17 mortes e 2.621 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este sábado, 7 de agosto, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

Esta sexta-feira, 6 de agosto, Portugal atingiu a meta de 70% da população com pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19. Contudo, estamos ainda longe da imunidade de grupo, que só será atingida com 85% da população com a primeira dose, e falta ainda vacinar os mais jovens, uma luta que tem sido travada pelo coordenador do grupo de trabalho para a vacinação em Portugal, o vice-almirante Gouveia e Melo. "Nós estamos a acabar de vacinar os jovens mais velhos do que dos 12 aos 15, mas, mal acabemos de vacinar esses jovens, é preciso vacinar, na minha modesta opinião, a faixa etária mais nova, o mais rapidamente possível", disse o almirante aos jornalistas esta sexta-feira.

Marcelo insiste na vacinação dos mais novos, ainda que esta não esteja prevista para já
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Gouveia e Melo apelou ainda aos jovens de 16 e 17 anos para aproveitarem o autoagendamento, disponível desde a madrugada de 3 de agosto, e lembra que "o inimigo não tira férias" sobre o facto de a marcação da vacina não poder ser feita para fora da área de residência.

Ainda sobre a vacinação contra a COVID-19, este sábado foi conhecido que a Agência Europeia do Medicamento identificou a trombocitopenia imune, uma doença autoimune que leva à diminuição ou destruição das plaquetas no sangue, como efeito secundário da vacina da Janssen, escreve o "Diário de Notícias". No entanto, perante a revelação, o regulador europeu do medicamento (EMA) não travou a administração desta vacina por considerar que os benéficos em prevenir hospitalizações e mortes por COVID-19 são maiores e recomendou apenas que o efeito adverso conste no plano de gestão de riscos como um "risco importante identificado".

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