Aquilo a que muitas vezes chamamos de "novo normal", poderá ser literal no futuro. É o que pensam pelo menos 67% dos portugueses que dizem que vão continuar a usar máscara depois de a pandemia de COVID-19 estabilizar. Mais: 87,7% afirmam que pretendem continuar a usar álcool gel e 74,8% a evitar festas que impliquem grandes ajuntamentos. Estas são as percentagens com maior expressão de inquérito feito a 609 pessoas pela Intercampus para o Barómetro CMTV, revelado este domingo, 18 de abril.

Além dos cuidados de proteção contra novas vagas de COVID-19 ou eventuais vírus continuarem, os portugueses pretendem mesmo alterar os hábitos que, no fundo, são o reflexo das limitações a que estivemos sujeitos durante os dois confinamentos instalados no País desde o ano passado.

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Mais de metade dos portugueses (60%), principalmente entre os 35 e os 54 anos (69%) respondeu que vai frequentar menos centros comerciais e, embora em número inferior, 47,7% pretende reduzir idas a hotéis — valor que desce nas camadas mais jovens, entre os 18 e os 34 anos.

Apesar destes dados, assim que começou a fase de desconfinamento em Portugal, a plataforma Odisseias viu aumentar em 80% as reservas entre abril e maio, principalmente na zona do Douro, com destaque para tipos de alojamento mais privativos e ao ar livre, como casas, villas e hotéis rurais, avançou a empresa em comunicado.

Estes números estão em linha com os restantes dados do inquérito da Intercampus, que revelam que, quando for altura de fazer férias, 65% dos portugueses pretende ficar por Portugal, ao passo que apenas 12,1% pretende ir para o estrangeiro. 

As entrevistas da Intercampus para o "Correio da Manhã" foram feitas a portugueses com mais de 18 anos de norte a sul de Portugal Continental.

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