Primeiro foram as esplanadas, depois as salas interiores, com limitações de lugares e de horários. Agora, com o final do estado de emergência e a entrada de Portugal numa nova fase de desconfinamento na segunda-feira, 3 de maio, os restaurantes voltam em força, sem restrições de horários, e aptos para receber jantaradas pela noite fora e longos almoços ao fim de semana.

E num altura que estamos todos cheios de vontade de comer os nossos pratos favoritos, porque não perguntar a quem mais percebe do tema o que é que não podemos mesmo deixar de provar? A MAGG lançou o desafio, os foodies responderam.

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Entre produtores de conteúdos digitais especializados em gastronomia, consultores de comunicação e gastronómicos e, acima de tudo, bons garfos, seis foodies falaram com a MAGG, deram dicas de restaurantes preferidos e até de alguns inéditos, que também estão na lista destes especialistas em comida.

Pérolas escondidas no Algarve e em Jerusalém de Romeu, restaurantes populares da capital que tem mesmo de conhecer, dos pratos asiáticos à comida de conforto: saiba tudo o que Leila Gato, André Cabrita, Guilherme Filipe, a página Onde Vamos Jantar, Inês Matos de Andrade e Frederico Pombares recomendam. Já tem os talheres prontos?

Leila Gato

leila gato

A foodie e criadora de conteúdos digitais Leila Gato elegeu três restaurantes, todos bastante diferentes entre si, desde comida israelita a sabores bem portugueses.

De Levant 

"Quero regressar ao De Levant, um espaço israelita da mesma família do restaurante Tantura no Bairro Alto. Sempre que lá vou sinto-me em casa. Por lá, o ambiente é sempre de festa e a comida mediterrânea é perfeita para partilhar com família e amigos", conta Leila à MAGG, acrescentando que é difícil escolher um prato preferido. Mesmo assim, deixa a recomendação: "Provem os pães israelitas, os kebabs e a baba ganoush".

Informações: Travessa Fiéis de Deus 28, Bairro Alto, Lisboa; 912843360

Taberna do Mar

De Israel para o mar, outro dos restaurantes eleitos por Leila Gato é a Taberna do Mar. "O chef Filipe Rodrigues e o seu menu de degustação fazem deste restaurante um dos meus sítios preferidos para comer peixe em Lisboa. Matéria prima de excelência e uma combinação perfeita entre as tradições gastronómicas algarvias e a inspiração nos sabores e técnicas asiáticas, levam-me lá de olhos fechados", relata a produtora de conteúdos digitais, que avisa que é aqui que se comem os melhores niguiris de sardinha braseada da capital.

Informações: Calçada da Graça 20B, Graça, Lisboa; 210 939 360

Faz Frio

Por último, a foodie elege o Faz Frio, especializado em comida tradicional. "Na carta deste restaurante reinam pratos portugueses, mas com uma identidade muito própria e atualizada – sem altivez modernista. Liderado por Jorge Marques e a sua inesgotável boa disposição, é daqueles lugares onde dá vontade de ir e… ficar", diz Leila. E pratos preferidos, há? "Feijoada de lebre e a mousse de chocolate."

Informações: Rua Dom Pedro V 96, Príncipe Real, Lisboa; 215 814 296

André Cabrita

andre cabrita

Cozinheiro e produtor de conteúdos digitais focados na gastronomia, e com fotografias deliciosas que nos fazem salivar para a sua página de Instagram, André Cabrita não consegue escolher menos do que cinco restaurantes onde quer voltar agora que o desconfinamento está em marcha.

Almeja

O primeiro eleito por André é o Almeja, no Porto, que tem tudo o que o foodie precisa: sensação de casa e comida fabulosa. "Ir ao Almeja começa no gosto em receber que é evidente em cada membro da família que serve às mesas, passando pelo espaço acolhedor — agora com uma esplanada recatada no jardim das traseiras — e, claro, pela comida maravilhosa que o João e a equipa preparam. O menu de degustação, seja ele qual for esta estação, vai ser a minha escolha. Mas a cabeça de xara, assinatura do restaurante é, sem dúvida, algo que vou sempre repetir."

Informações: Rua de Fernandes Tomás 819, Porto; 222 038 120

Prado

Do Porto para Lisboa, chegamos ao Prado. "É  o restaurante por que me apaixonei ainda quando vivia fora, e que é de visita obrigatória sempre que passo por Lisboa. A consistência na qualidade do serviço e da comida é exemplar e infalível", destaca André Cabrita, que não tem dúvidas em escolher a couve grelhada com soro de leite como prato preferido. "Nunca vai deixar de me surpreender."

Informações: Travessa das Pedras Negras 2, Lisboa; 210 534 649

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Isco

Também na capital, André não deixa de fora as mesas azuis mais simpáticas de Lisboa, no Isco. "A estrutura de padaria aberta deixa ver a honestidade e a simplicidade naquilo que por lá se faz. Essas mesas convencem-me a ficar por lá horas a fio, a ler, ou a trabalhar no computador, na companhia de bom café de filtro, do cheiro a pão e pastelaria folhada acabada de sair do forno", diz o produtor de conteúdos, que está desejoso de voltar a comer a trança sueca de cardamomo.

Informações: Rua José D'Esaguy 10D, Alvalade, Lisboa; 211 345 751

Pigmeu

Em Campo de Ourique, o restaurante especializado em porco já conquistou André Cabrita. "O Pigmeu tornou-se o meu restaurante do coração pelo exemplo de resiliência, capacidade de adaptação e gosto no que se faz que caracterizam o Miguel e o resto dos 'pigs'. Quero voltar a sujar-me até aos cotovelos com a Porcalhona, acompanhada por um qualquer vinho branco que o Alberto me sugira para a ocasião."

Informações: Rua 4 da Infantaria 68, Campo de Ourique, Lisboa; 218 252 990

O Velho Eurico

Por último, O Velho Eurico é o derradeiro eleito de André. "Mal posso esperar por voltar e sentir a adrenalina de uma casa cheia como quando lá jantei pela última vez. A correria da equipa desperta-me os sentidos e a energia de todos deixa-me com vontade de pedir mais e mais, porque sei que me vão servir como se fosse um convidado na sua casa."

Ansioso por correr a ementa "da primeira à última linha, com o bagaço da casa a colmatar a refeição", André considera esta restaurante um dos "melhores cantinhos de Lisboa".

Informações: Largo de São Cristóvão 3, Mouraria, Lisboa; 218 861 815

Guilherme Filipe

Guilherme Filipe

Agora que os restaurantes já abriram — e estão cada vez mais perto de funcionar na normalidade —, o produtor de conteúdos digitais Guilherme Filipe elegeu o seu top três e conta tudo à MAGG. E o primeiro restaurante escolhido é um favorito, já mencionado neste artigo.

O Velho Eurico

Tal como André Cabrita, também Guilherme Filipe não resiste à comida de conforto deste espaço lisboeta. "As saudades de um restaurante de mesa diária acentuam-se e n'O Velho Eurico do Zé Paulo eu sinto-me em casa, principalmente quando os croquetes de borrego estão na carta e chegam à mesa acabados de fazer e com um molho de carne daqueles que nos faz lamber os dedos e o prato", recorda o foodie.

Informações: Largo de São Cristóvão 3, Mouraria, Lisboa; 218 861 815

Lés a Lés

A cabidela do espaço de Frederico Pombares e de Tito Serradas Duarte é um prato que Guilherme está desejoso de voltar a provar — e não só. "O Lés a Lés é uma viagem a Portugal sem sair do Campo Pequeno. Estive presente na inauguração e foi tão bom encontrar uma visão da gastronomia portuguesa partilhada pelo chef André Andrade e pelo sócio e consultor gastronómico do espaço, Frederico Pombares."

O foodie não poupa elogios à cabidela, que considera "singular". "Já dei uma vista de olhos à receita, e que obra de arte: o detalhe e o trabalho que é tido para obter tão vistoso e excelso prato onde não há espaço para ossos e cartilagens. É só carne, arroz, vinagre, sangue e caldo."

Informações: Praça de Touros do Campo Pequeno, loja 606, Campo Pequeno, Lisboa; 968 444 126

Belmiro

Quem não guarda no coração memórias com os avós? Para Guilherme Filipe estas estão ligadas ao Belmiro, um restaurante onde gostaria de levar os seus avós todos os fins de semana, caso ainda fosse possível. "É um restaurante onde sentimos o calor de uma refeição caseira pelas mãos do próprio Belmiro, que volta e meia aparece na sala para conversar um pouco com os seus clientes", explica o produtor de conteúdos, que elege as migas de batata e ovo como uma das melhores iguarias do restaurante.

"Embora o espaço seja conhecido pelas empadas e pela cozinha tradicional, o que nunca me sai da cabeça são as migas de batata e ovo: aquele toque crocante na extremidade da batata a contrastar com o sedoso do seu interior envolvido numa cremosa coberta de ovos onde se sente o reforço extra de gemas face às claras, deixando a lembrança daqueles pratos que nos aconchegavam quando estávamos doentes em casa."

Informações: Paço da Rainha 66, Pena, Lisboa; 2188 52 752

Onde Vamos Jantar

onde vamos jantar

É provável que já tenha espreitado a página de Instagram Onde Vamos Jantar em busca de um novo restaurantes. Focados em produzir críticas honestas sobres os espaços gastronómicos de Portugal, os criadores da plataforma preferem manter o seu anonimato, mas revelaram à MAGG alguns espaços a que querem voltar (ou conhecer) agora que os restaurantes já abriram.

Volver de Carne Y Alma

Especializado em carne, o Volver de Carne Y Alma é um dos restaurantes preferidos em Lisboa dos responsáveis pela página. "Destacamos qualquer um dos cortes de carne, como o bife Chorizo Black Angus, ou então o maravilhoso arroz Porteño, uma espécie de risotto, com vários tipos de cogumelos e óleo de trufa".

Informações: Rua Luís de Freitas Branco 5D, Lumiar, Lisboa; 217 598 980

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O Transmontano

Em Paço de Arcos, no concelho de Oeiras, há uma cabidela pronta para deliciar os clientes e competir com a do Lés a Lés — pelo menos na ótica dos produtores de conteúdos. "O Transmontano tem das melhores cabidelas de Lisboa, se não a melhor", afirmam sem dúvidas.

Informações: Rua Alfredo de Sousa 5B, Oeiras; 214 430 784

Yakuza Lisboa

O novo Yakuza Lisboa — que a MAGG já teve oportunidade de conhecer — não pára de fazer sucesso e o restaurante de Olivier é um dos espaços eleitos pelos rostos por detrás da página Onde Vamos Jantar. "O espaço parece lindo e, na comida, o destaque vai para os tacos, para o peixe sempre fresco e com enorme variedade, sem esquecer os gunkans criativos e a maior variedade de robata [pratos japoneses grelhados] dos restaurantes japoneses de Lisboa".

Informações: Hotel Avani, Rua Júlio César Machado 7, Avenida da Liberdade, Lisboa; 934 000 913

Inês Matos de Andrade

ines matos andrade

Formada em jornalismo, Inês Matos de Andrade trabalhou durante cinco anos na área, a maioria deles entre a Time Out Porto e Lisboa, como editora do Comer & Beber. Atualmente é consultora de comunicação e continua a conhecer inúmeros restaurantes, que divulga frequentemente nas suas redes sociais — mas que faz com que seja impossível para Inês escolher preferidos.

"A resposta é impossível. Conheço muitos restaurantes, amo muitos e tenho um carinho por muitos cozinheiros, seria injusto escolher um em detrimento de outros", diz à MAGG. Assim, para responder ao nosso desafio, Inês Matos de Andrade optou por escolher dois espaços mais recentes, fora de Lisboa, e outros a que ainda não conseguiu ir, mas tem muita vontade de conhecer.

Tua Madre

Em Évora, Inês fala-nos de um espaço que mistura uma abordagem italiana a produtos alentejanos. "O Tua Madre é, para mim, um exemplo de que Évora está a tornar-se numa cidade muito interessante gastronomicamente. Francesco Ogliari na cozinha e Marisa Tiago na sala dão uma abordagem italiana a produtos e produtores alentejanos com quem têm uma relação muito próxima", diz Inês, que nos relata que este foi o primeiro restaurante que visitou neste segundo desconfinamento.

"Comi uns incríveis sliders de porchetta de leitão, feitos com brioche do Hibrído Evoraoutro restaurante recente assinalável —, e leitão do projeto de agricultura regenerativa Porcus Natura."

Informações: Alcarcova de Baixo 48, Évora; 266 094 865

Artigo Três

Em Loulé, há um segredo muito bem guardado chamado Artigo Três, um restaurante de sushi de dois japoneses sediado no Algarve. "Shogo Harada veio do Japão com um amigo e, quando lhes perguntei porque se mudaram para Portugal, fizeram questão de me corrigir. Vieram para o Algarve, onde há o melhor peixe do mundo, disseram-me", conta Inês sobre a sua visita.

"O trabalho que fazem com o pescado é fenomenal, a relação qualidade/preço é imbatível, e provei o melhor sarrajão da minha vida neste espaço, há três anos. Tinha cinco dias de maturação e foi onde aprendi que esse processo de maturar o peixe confere-lhe um sabor e textura que deita por terra a ideia do quanto mais fresco, melhor."

Informações: Avenida Marcal Pacheco 3, Loulé;  934 362 172

Pensão Borges

Inês Matos de Andrade pode não conseguir eleger restaurantes preferidos, mas não tem problemas em confessar que há pratos que já a fazem salivar na Pensão Borges, mesmo antes de os conseguir provar. "Bazulaque e Anho Assado em Forno a Lenha são os pratos pelos quais me babo há mais de dois anos quando coloquei este restaurante de Baião no meu mapa de sítios a visitar. Ainda não tive oportunidade, mas sei que o legado deixado pela cozinheira original, Teresa Borges, está a ser muito bem cumprido pela família."

Informações: Rua de Camões, Campelo, Baião; 255 541 322

Maria Rita

Nisto dos sítios bons para comer, as recomendações de quem sabe valem por muitas críticas gastronómicas. Não é por isso de estranhar que o restaurante Maria Rita esteja nos planos de Inês Matos de Andrade, depois de lhe ter sido sugerido por André Magalhães, da Taberna da Rua das Flores, e "confirmado por Virgílio Gomes como um destino merecedor de peregrinação gastronómica".

No concelho de Mirandela, em Jerusalém de Romeu, o Maria Rita é conhecido pelo seu bacalhau à Romeu, um prato popular apresentado em lascas bem fritas. "Mas o que eu quero mesmo lá ir provar é a Sopa Seca, feita com pão ensopado em caldo de carne, grão de bico e couves", revela Inês.

Informações: Rua da Capela, Jerusalém do Romeu, Mirandela; 278 939 134

Frederico Pombares

pombares

Argumentista, foodie, consultor gastronómico e sócio do restaurante Lés a Lés e, acima de tudo, um apaixonado por comida. Frederico Pombares é umas das referências no que toca a recomendações de restaurantes, ou não fossem as suas redes sociais uma porta para inúmeras dicas — tanto que Frederico já criou várias listas no Trip Advisor para colmatar a necessidade de quem o segue. Razões mais que suficientes para quereremos a sua colaboração neste desafio, certo?

O Frade

É provável que reconheça o chef Carlos Afonso do painel de jurados do "All Together Now" ou de várias participações em programas de daytime da TVI, onde já levou muitos dos seus pratos. Mas, antes de tudo isso, o cozinheiro alentejano criou uma meca de boa comida em Belém — que a MAGG conheceu aqui — com o seu restaurante O Frade, que já conquistou Frederico Pombares.

"Quero muito voltar ao O Frade, do meu amigo Carlos Afonso, onde comi um jarrete maravilhoso", diz Frederico. Embora não lhe possa seguir as pisadas, dado que este prato de pernil de borrego estufado com arroz de forno já não está na carta, pode sempre rumar a Belém para provar os fabulosos petiscos do chef, bem como a feijoada de polvo e o incontornável arroz de pato.

Informações: Calçada da Ajuda 14, Belém: 939 482 939

Fogo

Do chef Alexandre Silva, o Fogo, no Campo Pequeno, em Lisboa, é outro restaurante onde Frederico Pombares anseia voltar. "Tenho muitas saudades de comer um borrego com arroz de forno", um prato que além de ser um dos preferidos do argumentista e consultor gastronómico, é também um clássico do Fogo, e está sempre disponível no restaurante.

Informações: Avenida Elias Garcia, 57 R/C A, Campo Pequeno, Lisboa; 217 970 052

Apeadeiro do Rego

O nome pode ser caricato, mas se desconhece este restaurante de comida bem portuguesa em Entrecampos, em Lisboa, saiba que este é o local eleito por Frederico Pombares para comer um dos seus pratos favoritos. "Quero muito ir ao Apeadeiro do Rego comer um cozido à portuguesa."

Informações: Rua Dr. Álvaro de Castro 8-10, Entrecampos, Lisboa; 217963335

Kanazawa

Se é apreciador de sushi, de certeza que já conhece o nome de Paulo Morais, um dos melhores chefs deste tipo de gastronomia em Portugal. No seu acolhedor restaurante de Algés, há espaço para as peças de sushi mais maravilhosas que vai provar na vida — mas esqueça lá as fusões e os queijos philadelphia.

"Tenho muitas saudades de ir ao Kanazawa. Sei que estou sempre a dizer isto, mas tenho mesmo. É dos melhores sushis de Portugal", refere Frederico Pombares.

Informações: Rua Damião de Góis 3, Lisboa; 213 010 292

Praia no Parque

A par do espaço de Paulo Morais, o shushi do chef Lucas Azevedo, do Praia no Parque, também entra para a lista dos melhores de sempre de Frederico Pombares — e a competição está bastante distante destes dois, na ótica do argumentista e sócio do Lés a Lés.

"O Praia no Parque, bem como o Kanazawa, estão a léguas do que se faz em Portugal em termos de sushi. Estão eles nos dois primeiros lugares e depois vêm os outros todos, em sétimo ou oitavo", garante Frederico.

Informações: Alameda Cardeal Cerejeira 1070, Parque Eduardo VII, Lisboa; 968 842 888

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