A região de Lisboa e Vale do Tejo é, atualmente, o foco principal de contágio por COVID-19 em Portugal. Há cada vez mais casos na região, que detém quase a totalidade dos internamentos nacionais causados pelo novo coronavírus. E este sábado, 6 de junho, a ministra da Saúde, Marta Temido, admitiu que é possível que os números desta zona continuem a subir.

"É muito provável que o número de casos em Lisboa e Vale do Tejo venha a crescer nos próximos dias", disse Marta Temido na conferência de imprensa diária, onde não foi revelada a atualização do boletim epidemiológico devido a uma falha informática. No entanto, mesmo com o aumento de casos expectável na região nos próximos dias, a ministra afasta a adoção de "medidas mais restritivas" em Lisboa e Vale do Tejo.

COVID-19 a escalar em Lisboa. Consultas não urgentes e cirurgias voltam a ser suspensas nos hospitais
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De acordo com estas declarações, está, para já, de lado a ideia de implementar uma cerca sanitária ou impedir a circulação para fora do concelho nos próximos dias. Estas notícias surgem nas vésperas de uma semana com dois feriados, com muitos portugueses a marcar férias para esta altura.

Marta Temido explicou que as autoridades não têm "ainda a perceção exata" da dimensão dos casos em Lisboa e Vale do Tejo, e assumiu que a situação provoca "algum estado de alerta". Esta sexta-feira, e também devido ao aumento de casos na região, já foi divulgado que os hospitais dos concelhos de Lisboa, Amadora, Sintra, Loures e Odivelas vão voltar a suspender cirurgias e consultas não urgentes, uma medida que já tinha sido imposta pelo governo em março deste ano.

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