Depois da explosão que, há um mês, afetou Beirute, as autoridades continuam a dar seguimento às buscas por sobreviventes e há registos de, debaixo dos escombros, terem sido detetados batimentos cardíacos. Estas informações ainda não foram confirmadas por fontes oficiais, mas sabe-se que ainda há várias membros das autoridades de saúde no terreno.

Na quinta-feira, 3 de setembro, o equipamento de uma equipa chilena identificou índices de respiração e de batimentos cardíacos vindos dos escombros. No entanto, as buscas foram interrompidas por haver receio de que um dos edifícios pudesse desabar a qualquer instante. as manobras de salvamento foram retomadas no dia seguinte, mas os agentes no terreno dizem que as provas de vida estão a ficar cada vez mais diminutas.

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"Depois de remover uma parte dos escombros, voltámos a procurar por sinais de respiração ou de batimentos cardíacos e o que o aparelho nos mostrou foi apenas sete batimentos cardíacos por minuto. Antes disso, a análise registava entre 16 ou 18 batimentos", explicou um dos responsáveis pelas buscas à agência de notícias AFP.

Embora não se saiba se isso corresponde ou não a um sobrevivente da explosão, ainda soterrado, as equipas envolvidas nas manobras de salvamento adiantam que estas análises podem dizer respeito a uma pessoa sem vida debaixo de um dos muitos edifícios que ruíram.

A equipa de salvamento vinda diretamente do Chile chegou a Beirute a 1 de setembro e, segundo a imprensa internacional, traz equipamentos especializados para registar índices de respiração ou de batimentos cardíacos até uma profundidade de 15 metros. As buscas vão continuar, avança a BBC, especialmente numa altura em que ainda há hipóteses de haver sobreviventes debaixo do solo.

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