Há mais 21 mortes e 485 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quinta-feira, 18 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

Os dados são atualizados no mesmo dia em que se sabe que sejam ativados postos de vacinação rápida assim que a segunda fase da vacinação contra a COVID-19 arrancar, em abril.

"No mês de abril vai haver uma necessidade de começar a meter esses postos de vacinação rápida em execução. É um desafio, mas é um desafio que, julgo, vamos superar todos. As autarquias, o Ministério da Saúde... está a ser tudo organizado para que, nesse momento, as coisas aconteçam da melhor forma e o mais célere possível", explicou Gouveia e Melo, coordenador da equipa de trabalho responsável por implementar o plano de vacinação, em entrevista à Agência Lusa, citado pelo jornal "Expresso".

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Por considerar que, neste momento, "o processo de organização está bastante trabalhado e evoluído", o coordenador da equipa de trabalho diz-se seguro de que será possível pôr "estes postos de vacinação rápida a trabalhar". Mas ressalva que, para que isso aconteça, é importante que haja "vacinas para colocar a trabalhar."

"Não faz sentido abrir um posto que pode administrar 500 ou 600 vacinas num dia, e depois ter 50 vacinas para administrar", refere.

Além disso, o coordenador responsável pela implementação do plano de vacinação anunciou também o lançamento de uma nova plataforma eletrónica para que aqueles que desejem vacinar-se possam fazê-lo através de uma marcação online.

"Está em curso, e vai entrar em produção já em abril, um meio alternativo através de um website, em que as pessoas poderão ter a capacidade de se autoagendarem no processo de vacinação em determinados locais pré-definidos", explicou.

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