A marquise construída no último andar da luxuosa penthouse do número 203 da Rua Castilho, em Lisboa, foi demolida esta terça-feira, 7 de setembro, ao fim de quatro meses de ter sido levantada a polémica. A construção foi considerada ilegal e, em agosto, o craque do futebol português decidiu que não iria manter a estrutura, que podia ter legalizado — opção dada pela Câmara Municipal de Lisboa.

Agora, quem passa na Rua Castilho e olha para o último andar do prédio consegue verificar que a marquise não está lá, de acordo com o "Jornal de Notícias".

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A Câmara Municipal de Lisboa tinha notificado Cristiano Ronaldo a 21 de julho — após uma vistoria ao prédio a 1 de julho em que se verificou "a existência de um acrescento na cobertura em desconformidade com as telas finais do projeto aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa (CML)" — para "repor o imóvel de acordo com o projeto aprovado" e idealizado pelo arquiteto José Mateus, que denunciou o caso em maio nas redes sociais.

"A admiração e respeito que tinha por Cristiano Ronaldo, um atleta exímio e inspirador, um exemplo para todos que muitas vezes referi perante os meus filhos e alunos, desmoronou-se num ápice", escreveu José Mateus na altura.

Ao futebolista português foram dadas duas hipóteses — demolir a marquise ou "proceder à reposição da legalidade urbanística" num prazo de 15 dias — e Cristiano Ronaldo optou por deitar abaixo a estrutura ilegal que não tinha sido autorizada pelos condóminos e pela autarquia.

Um mês após a decisão e no mesmo dia em que o craque treinou pela primeira vez com o Manchester United (clube ao qual regressa ao fim de 12 anos), a marquise onde era suporto funcionar um ginásio para os treinos de Ronaldo, deixou de existir e "resta" agora a penthouse adquirida em 2019 por 7,2 milhões de euros.

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