A perda do olfacto, um dos sintomas mais comuns da COVID-19, prevalece mais nos doentes ligeiros. A afirmação é de um estudo divulgado esta quarta-feira, 6 de janeiro, publicado na revista da especialidade Journal of Internal Medicine, que analisou a prevalência da perda do olfato e a sua recuperação em 2.581 doentes, desde os mais ligeiros aos mais graves, em 18 hospitais europeus.

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De acordo com a investigação, a perda do olfacto foi identificada em 54,7% dos casos de COVID-19 ligeiros, e em 36,6% dos casos moderados a graves, salienta a Agência Lusa, citada pelo "Observador".

O estudo, que se debruçou sobre um dos sintomas mais predominantes do novo coronavírus, concluiu ainda que a duração média desta disfunção do olfacto é de 21,6 dias, mas cerca de um quarto dos doentes não conseguiu recuperar o olfacto passados dois meses (15,3%), e outros (4,7%) chegam a demorar seis meses.

Em Portugal, a COVID-19 já atingiu mais de 437 mil pessoas, causou a morte de mais de 7,200 portugueses e há 349 mil casos recuperados a registar.

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