Este é o primeiro século da História da Humanidade em que acontecimento e registo sucedem em simultâneo. Graças à internet, primeiro nos nossos computadores, depois, nos smartphones, na palma da nossa mão, podemos ver, registar, comentar e fazer parte do que está a acontecer.

Foram 20 anos em que a História se desenrolou perante os nossos olhos, em que pudemos assistir a catástrofes, revoluções, guerras, crises e execuções em direto, com o poder inédito de podermos mostrar a nossa opinião através da maior praça pública do mundo, as redes sociais.

A MAGG selecionou 20 acontecimentos que formataram de diferentes formas a forma como vivemos, pensamos, agimos e como olhamos o futuro.

2001 - Ataques terroristas do 11 de setembro

Na manhã de 11 de setembro de 2001, os EUA acordavam com a tenebrosa visão do mais mortífero atentado terrorista da História. Dois aviões despenharam-se contra as Torres Gémeas, provocando o colapso dos edifícios icónicos da cidade de Nova Iorque. Um terceiro avião despenhou-se no edifício do Pentágono, em Washington e uma quarta aeronave, que tinha como destino a capital norte-americana, despenhou-se num campo na Pensilvânia. Morreram 2996 pessoas e dos atentados resultaram 25 mil feridos.

O 11 de setembro reformatou por completo noções internacionais de segurança, controlo de informação e privacidade. Foi também o primeiro de dezenas de atentados reivindicados pelo grupo terrorista Al-Qaeda, liderado por Osama Bin Laden. Bali (2002), Madrid (2004), Londres (2007) foram também palco de atentados sangrentos.

2002 - A moeda única entra em circulação

A 1 de janeiro, 12 países da União Europeia adotavam o euro, deixando para trás as moedas nacionais. Nesse dia, notas e moedas de euro entraram em circulação em 12 países, com um total de 308 milhões de habitantes. Foi a maior transição monetária da História, envolvendo o setor bancário, empresas de transporte de valores, retalhistas, a indústria de máquinas que operam com numerário e a população. Atualmente, o euro é a moeda oficial de 19 dos 27 países da União Europeia.

2003 - Os EUA invadem o Iraque

Em fevereiro de 2003, o então Secretário de Estado norte-americano Colin Powell argumentava perante as Nações Unidas que o Iraque possuía armas de destruição maciça, argumento esse que seria usado para dar início a uma ofensiva em solo iraquiano. Em março, o então presidente dos EUA anunciava ao mundo o arranque da segunda guerra do Iraque. A existência das armas de destruição maciça nunca foi provada e o conflito terminou em 2011, com a retirada das tropas norte-americanas daquele território, embora persistam conflitos locais. Estima-se que a guerra terá vitimado cerca de um milhão de pessoas.

2004 - Nasce o Facebook

Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes eram alunos de Harvard, nos Estados Unidos e criaram uma plataforma que permitia aos alunos desta instituição estarem em permanente contacto. Conforme se foi estendendo a alunos de mais instituições, a rede social a que se deu o nome de Facebook foi crescendo, passando a ser, poucos anos depois, a plataforma mais utilizada no mundo. O Youtube e o Reddit nasceriam um ano depois, em 2005. Twitter é criado em 2006. Instagram nasce em 2010 e Snapchat em 2011. O Tik Tok surge em 2016.

2005 - Angela Merkel é eleita chanceler alemã

Líder do partido trabalhista entre 2000 e 2018, é em 2005 eleita para ocupar o lugar de chanceler, transformando-se assim na primeira mulher a ocupar este cargo na Alemanha, no qual permanece até hoje. Em 2014, tornou-se na chefe de governo com mais tempo na União Europeia.

É uma personagem de peso na política atual, sendo inclusivamente considerada uma das mais poderosas mulheres do mundo. Com a eleição de Donald Trump, em 2016, foi até descrita como a nova "líder do mundo livre", expressão que geralmente é atribuída ao presidente dos Estados Unidos.

2006 - A execução de Saddam Hussein

Foi a 30 de dezembro de 2006 que Saddam Hussein, líder do Iraque entre o final dos anos19 70 e o início do novo milénio, foi condenado à morte, um ano após a invasão ao Iraque pelos Estados Unidos, então sob a administração de George W. Bush. Foi capturado no final de 2003, em ad-Dawr, julgado pelo Tribunal Especial Iraquiano e acusado de crimes contra a humanidade, pelo assassinato de 148 xiitas iraquianos, em 1982.

Três anos após a sua prisão, cumpriu-se a sentença de morte por enforcamento, na base militar conjunta iraquiano-americana Camp Justice, no subúrbio no nordeste de Bagdade. A execução da sentença foi filmada pelo governo iraquiano, que lançou um vídeo oficial com o momento, em que se via o antigo líder nos últimos instantes da sua vida. Imagens gravadas com um telemóvel mostraram, no entanto, o momento da execução, o que gerou uma grande onda de indignação global.

2007 - A crise do subprime e o início recessão global

A 24 de julho de 2007 vários bancos viram-se em situação de insolvência, devido à prática do subprime, isto é, a concessão de empréstimos hipotecários de alto risco, que durante vários anos foi prática comum. O acontecimento afetou bolsas de valores de todo o mundo. A crise da zona euro iria começar três anos mais tarde, em 2010, com países como Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha e Chipre a precisarem de ajuda financeira externa, quer do Banco Central Europeu quer do Fundo Monetário Internacional.

2008 - Barack Obama eleito presidente dos EUA

A 5 de novembro de 2008 fez-se história: os Estados Unidos elegem para 44.º presidente um advogado e político afro-americano. O democrata Barack Obama vence o republicano John McCain e prepara-se, a partir de então, para cumprir dois mandatos, deixando a Sala Oval da Casa Branca apenas no início de 2017. A 9 de janeiro toma posse e, dois anos depois, vence o Nobel da Paz.

No seu primeiro mandato, aprovou a Lei de Proteção e Cuidado ao Paciente, que ficou conhecido como Obamacare. Além disso, nos primeiros anos do cargo, ordenou o término do envolvimento americano no conflito no Iraque, aumentou as tropas no Afeganistão, assinou contratos de controlo de armamento com a Rússia e ordenou a operação militar que viria a resultar na morte de Osama bin Laden.

No segundo mandato, em que derrotou Mitt Romney, defendeu os diretos iguais para a comunidade LGBT, ordenou o regresso das tropas ao Iraque, para conter a ameaça do Estado Islâmico. Além de ter sido uma importante figura na defesa dos direitos civis, Obama foi fundamental na criação do Acordo de Paris, referente às alterações climáticas.

2009 - Morre Michael Jackson

A 25 de novembro de 2009, aquele que era conhecido como o Rei da Pop é levado para o hospital de Los Angeles, na sequência de uma paragem cardíaca. É aqui que o seu óbito acaba por ser declarado. Tinha 50 anos.

"Posso dizer neste momento que fomos informados por investigadores do Departamento de Polícia de Los Angeles Oeste que Jackson foi levado (...) para o hospital. Ao dar entrada, estava sem os sinais vitais e foi declarado morto por volta das 14h26 esta tarde", declarou Fred Corral, porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles. A autópsia viria a concluir que a causa da morte do artista foi uma overdose de fármacos, administrados por Conrad Murray, o seu médico pessoal. O último que viria a ingerir seria o anestésico Propofol, que, dez minutos depois, levaria à paragem cardíaca.

Anos mais tarde, em 2013, volta a rebentar um escândalo relacionado com crimes de abuso sexual de menores, de que cantor já era suspeito desde 1993. Em causa estava a acção interposta pelo coreógrafo Wade Robson, que alega ter sido uma das vítimas do músico, quando tinha apenas sete anos. O documentário "Leaving Neverland", que se dedica exclusivamente ao abuso sexual infantil por parte de Michael Jackson, inclui o seu testemunho.

2010 - A Primavera Árabe

Rebenta a 18 de dezembro de 2010 a onda revolucionária de manifestações e protestos no Médio Oriente e Norte de África. Começou na Tunísia, com o jovem Mohamed Bouazizi a atear fogo ao próprio corpo, como forma de revolta contra as condições de vida proporcionadas pelo seu país. Assim, os protestos espalharam-se e estenderam-se a muitos outros países — como o Egipto, Líbia, Síria, Argélia, Iraque, Jordânia, Omã, Iémen,  Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita ou Sudão.

Em causa estava a repressão dos governos destes países, que levou a protestos de resistência civil, manifestações, comícios e a utilização de redes sociais, ferramenta que desempenhou um papel crucial na Primavera Árabe, tendo sido utilizada como meio para alertar a comunidade internacional.

Em muitos casos, as manifestações decorrentes da Primavera Árabe levaram a que muitos líderes, há várias décadas no poder, renunciassem. No Egipto e na Síria, a Primavera Árabe levou à eclosão de guerras civis.  Apesar de já terem passado dez anos, estes são apenas dois dos países em que os conflitos ainda estão em curso.

2011 - Captura e execução de Bin Laden

A 2 de maio de 2011 Osama bin Laden, fundador do grupo terrorista al-Qaeda — que dez anos antes havia reivindicado o ataque às Torres Gémeas, em Nova Iorque — é morto. A operação responsável pela sua captura foi a Lança de Neptuno.

Barack Obama, então presidente dos Estados Unidos, anunciou a morte de bin Laden em conferência de imprensa, informando que o homem teria sido capturado pela CIA e por forças da Joint Special Operations Command, num esconderijo em  Abbottabad, no Paquistão.

"Hoje, sob a minha administração, os Estados Unidos lançaram uma operação dirigida contra este edifício em Abbottabad, no Paquistão. Um pequeno grupo de norte-americanos realizou a operação com uma capacidade e coragem extraordinárias. Nenhum americano ficou ferido ou foi prejudicado. Tiveram cuidado para evitar vítimas civis. Após um tiroteio, mataram Osama Bin Laden e mantiveram seu corpo sob custódia", informou pela altura o presidente.

No mesmo ano, em outubro e na sequência do início da Primavera Árabe, morre o ditador Muammar al-Gaddafi, Presidente do Conselho do Comando Revolucionário da Líbia desde o final da década de 60 até à data da sua morte.

Há várias versões para a sua morte. A oficial relata que Gaddafi morreu, após a sua captura, na sequência de uma troca de tiros, entre as forças do novo regime e os apoiantes do que havia sido deposto.

2012 - Jubileu de diamante da rainha Isabel II

Isabel II celebra os 60 anos desde a sua coroação a 2 de junho de 1953. É a segunda rainha a conseguir este feito, depois de a Rainha Vitória ter celebrado o jubileu de diamante pelo 60.º aniversário como líder da monarquia do Reino Unido e da Commonwealth, em 1944. É atualmente a monarca viva há mais tempo no trono.

2013 - Eleição do Papa Francisco, o primeiro papa da América Latina

A 13 de março de 2013 é eleito aquele que fica conhecido como o primeiro Papa do novo mundo. Jorge Mario Bergoglio é o primeiro Papa nascido na América, o primeiro Papa latino-americano, o primeiro Papa do hemisfério sul, o primeiro Papa não europeu em 1.200 anos, o primeiro Papa jesuíta. Foi também o primeiro líder da Igreja Católica a escolher o nome Francisco, dedicando-o à "simplicidade e dedicação aos pobres" de São Francisco de Assis.

Sucessor de Bento XVI, o antigo arcebispo de Buenos Aires e cardeal, é  conhecido pela sua humildade, pela sua preocupação face a temas globais prementes, como as alterações climáticas. É conhecido por derrubar os muros que cercam a Igreja Católica, tendo inclusivamente defendido a possibilidade de união entre pessoas do mesmo sexo.

2014 - Surto de Ébola

O surto na África Ocidental foi a epidemia que mais disseminou a doença pelo vírus Ébola. Causou enorme perda de vidas e alterações sociais e económicas naquela região, em especial na Guiné, Libéria e Serra Leoa. Os primeiros casos foram registados em 2013 e, a 8 de agosto de 2014, foi declarada uma emergência de saúde pública de âmbito internacional. A 29 de março de 2016, a OMS declarou o fim do estado de emergência de saúde pública de âmbito internacional mas ocorreram crises subsequentes.

A OMS contabilizou um total de 28.646 casos suspeitos e 11.323 mortes, embora a entidade internacional acredite que esses valores não são representativos da magnitude real do surto.

2015 - ataques terroristas de Paris

Janeiro e novembro foram meses de terror em França. Entre 7 e 9 de janeiro, terroristas ligados à Al-Qaeda mataram um total de 17 pessoas. Na sede do jornal satírico "Charlie Hebdo", foram assassinados a tiro 12 pessoas. Um polícia foi morto em Montrouge. Quatro reféns foram mortos no Hypercacher Kosher Supermarket. Os três terroristas envolvidos foram também mortos às mãos das autoridades. Dos ataques resultaram também 22 feridos.

10 meses depois, Paris voltava a viver o medo do terrorismo. A 13 e 14 de novembro, morreram 130 pessoas às mãos de um grupo de terroristas ligados ao Daesh (que viria, nos anos seguintes, a reclamar dezenas de ataques semelhantes um pouco por todo o mundo).

No dia 13, três bombistas suicidas fizeram-se explodir no exterior do Stade de France, em Saint-Denis. Outro grupo disparou sobre cafés e restaurantes em Paris. Um terceiro grupo levou a cabo um tiroteio em massa durante um concerto na sala de espectáculos Bataclan, onde estavam 1500 pessoas.

2016 - Donald Trump é eleito presidente dos EUA

A 8 de novembro de 2016, os eleitores norte-americanos escolhiam um empresário e ex-estrela de reality tv para ser o 45º presidente dos EUA. Surpreendente para muitos (em retrospectiva nem tanto). Donald Trump tornava-se o homem mais poderoso do mundo, derrotando a democrata Hillary Clinton.

Ao longo de quatro anos, e até à eleição de Joe Biden, em novembro de 2020, o mundo assistiu, ora com espanto, ora com medo, aos comportamentos erráticos de um presidente que comunicou através de tweets, prendeu crianças emigrantes em jaulas, reverteu direitos de milhões de cidadãos e conduziu, ao desvalorizar o impacto da pandemia do novo coronavírus, os EUA a uma das maiores crises sanitárias e económicas da história.

2017 - O caso Harvey Weinstein e o início do movimento #MeToo

Em outubro, após uma série de acusações de abusos sexuais (alguns dos quais remontavam aos anos 70), o poderoso produtor de cinema Harvey Weinstein é despedido da companhia que fundou e expulso da Academia de Hollywoood.

Mais de 80 mulheres relataram episódios de alegados abusos sexuais levados a cabo por Harvey Weinstein, que foram o pontapé de saída para o crescimento do movumento #MeToo. O 'efeito Weinstein' traduziu-se na denúncia de milhares de casos semelhantes, um pouco por todo o mundo, não só no mundo das artes mas em outras esferas do mundo laboral e da vida pública. A discussão sobre a desigualdade de género, a desvalorização das queixas de mulheres em contexto laboral gerou um movimento sem precedentes, tendo levado a mudanças conjunturais em vários setores artísticos.

Harvey Weinstein foi detido e acusação de violação em maio de 2018. Em fevereiro de 2020 foi condenado a 23 anos de prisão.

2018 - O casamento do príncipe Harry com Meghan Markle

A 19 de maio, Harry tornava-se o primeiro membro da família real britânica a casar-se com uma mulher afro-americana. Meghan Markle, atriz, divorciada, torna-se duquesa de Sussex.

O enlace, que aconteceu na capela de St. George, no castelo de Windsor, foi visto por um total de 1,9 mil milhões de pessoas, um pouco por todo o mundo. Menos de dois anos depois, em março de 2020, o casal renunciava oficialmente aos títulos reais e também ao financiamento público atribuído aos membros da família real britânica. Vivem atualmente nos EUA.

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2019 - O discurso de Greta Thunberg

Greta Thunberg, a ativista sueca de 17 anos, foi uma figura altamente mediática de 2019, ao ter-se tornado na cara e voz de todos os que querem combater as alterações climáticas. Esteve na origem do movimento juvenil FridaysForFuture, que se espalhou por várias partes do globo, levando os jovens a manifestarem-se na rua.
Proferiu discursos poderosos, frente a lideres políticos de todo o mundo.

Um dos mais marcantes aconteceu em setembro, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque. “Roubaram os meus sonhos e a minha infância com as vossas palavras vazias”, disse a jovem emocionada, acusando os lideres mundiais de traição e de passividade face à crise ambiental. “Como ousam?”, repetiu várias vezes.

Outras frases marcantes saíram deste discurso: “Vocês estão a falhar-nos”; "os olhos de todas as gerações futuras estão sobre vocês. E se vocês optarem por nos abandonar, nós nunca vamos perdoar-vos. Não vos vamos deixar escapar com isto. Aqui, agora, é onde traçamos a linha.”

2020 - A pandemia do novo coronavírus

Se 2020 tiver de ser resumido numa palavra, a escolha é óbvia: COVID-19. A doença infecciosa causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda 2 (SARS-CoV-2) foi identificada em 2019, na cidade de Wuhan, na China, tendo-se disseminado, muito rapidamente, por todo o mundo.

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A Portugal o primeiro caso chegou a 2 de março, tendo a Organização Mundial de Saúde declarado a pandemia poucos dias depois. A COVID-19 gerou as consequências que ainda estamos a viver: governos a declarar estados de emergência sucessivos, que definem confinamentos compulsivos, horários de recolher obrigatório, utilização obrigatória de máscara na rua e em espaços fechados, limite de ajuntamentos, fecho de estabelecimentos.

Em menos de um ano, no entanto, os esforços da comunidade científica estão à vista com a chegada da vacina que, no correr do próximo ano, será administrada à população, de forma a garantir a imunidade. À data e em todo o mundo, já 82.115.011 pessoas foram infetadas e 1.793.368 morreram. Em Portugal, já se contabiliza um total de casos de 400.002 e 6751 óbitos. Já recuperaram, em todo o mundo, 46 488 33 pessoas. Em Portugal, foram 327 794.

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