Da fotografia manipulada na tomada de posse à proibição da entrada de cidadãos vindos de países predominantemente muçulmanos, a presidência de Donald Trump é marcada por polémicas, intolerância e violência.
A poucos dias da tomada de posse de Joe Biden, o edifício acaba de ser evacuado numa altura em que Washington está em alerta máximo devido à forte probabilidade de protestos.
Vários internautas sugeriram que o 45º presidente dos EUA fosse retirado do clássico filme de Natal e uma das propostas foi aceite por Macaulay Culkin: substituir Trump pelo protagonista, agora com 40 anos.
O formato vai contar ainda com a presença de outras figuras de renome como Justin Timberlake, Demi Lovato e Jon Bon Jovi. Ao longo dos próximos dias serão confirmados novos artistas.
É a primeira vez em mais de 150 anos de história nos EUA que um presidente não vai estar presente na tomada de posse do presidente eleito. A notícia surge depois de Trump ter sido obrigado a condenar a invasão ao Capitólio.
Joe Biden somou 306 votos no Colégio Eleitoral, enquanto que Donald Trump se ficou pelos 232. Apesar dos resultados confirmados, o atual presidente dos EUA ainda não concedeu a vitória à campanha de Biden e Kamala Harris.
Na capa da próxima edição da revista, junto aos rostos de Biden e Harris surge o subtítulo que marcou as campanhas eleitorais de ambos: "Mudando a história da América".
Estas são as palavras mais procuradas no motor de busca Google este ano. Houve quem pesquisasse por máscaras ou por formas de fazer pão e por Bruno Nogueira, que perde na lista dos nomes nacionais para Dolores Aveiro.
Fontes revelaram ao jornal "Washington Post" os planos do presidente, a partir do momento em que abandonar a Casa Branca. Dinheiro fácil e vingança são os dois objetivos principais.
De um lado, fala-se em quantias avultadas com o divórcio, do outro, a ideia é recusada e a porta-voz oficial de Melania Trump chega a afirmar que a especulação sobre a separação é "patética".
No Twitter, o atual presidente dos Estados Unidos falou pela primeira vez sobre a vitória democrata nas eleições, mas teceu fortes acusações. "Ele [Biden] ganhou porque as eleições foram viciadas."
Joe Biden afirmou que uma das suas primeiras medidas como presidente será impedir a continuação do desmatamento da Amazónia. Com o Brasil ameaçado de sanções, Bolsonaro não gostou. "Não precisa nem usar a pólvora, mas tem que saber que tem."
Determinada desde jovem, a futura primeira-dama foi um forte apoio na campanha presidencial do marido. Professora há mais de três décadas, já fez saber que não vai deixar de leccionar Inglês, mesmo quando Joe Biden tomar posse.
A Constituição dos EUA é clara: o mandato do presidente é de quatro anos, com termo a 20 de janeiro. Mas e se o atual presidente não conceder a vitória? Há hipóteses. Umas mais fáceis e pacíficas. Outras caóticas.
Dos desafios atuais da democracia e dos Estados Unidos em contexto de pandemia, às mulheres "que abriram o caminho para o momento da noite”, relembre o discurso inspirador da nova vice-presidente dos EUA.
O candidato democrata ultrapassou Trump no estado decisivo da Pensilvânia nos últimos momentos da contagem. Território vale 20 votos no Colégio Eleitoral, e selou a vitória de Biden.
O republicano vai continuar a poder fazer tudo o que o cargo lhe confere e a confirmar-se a vitória de Joe Biden, Donald Trump pode dificultar o processo de transição administrativa, de acordo com uma especialista.
Se garantir a Pensilvânia, o candidato democrata pode vencer as eleições sem precisar de qualquer outro estado. Já Donald Trump tem o caminho mais dificultado, mas alega a existência de votos ilegais, sem apresentar quaisquer provas.
Joe Biden está cada vez mais próximo de alcançar os 270 votos no Colégio Eleitoral, o que lhe daria a vitória nas eleições presidenciais. Mas ainda há votos por contar e Donald Trump está a diminuir a diferença no Arizona.
"Ganhámos esta eleição", disse Trump, numa altura em que ainda há muitos votos por contar e estados por declarar. Na Pensilvânia, estado chave das eleições, o governador diz que há mais de 1 milhão de votos por correio para contar.
Donald Trump é fã dos hambúrgueres da cadeia de fast food mais conhecida do mundo e Joe Biden não dispensa um gelado. São várias as opções para seguir as eleições norte-americanas com comida a rigor.
Os três canais portugueses vão ter emissões especiais sobre as eleições norte-americanas. Saiba quem vão ser os pivôs e comentadores que vão estar no ar, na noite mais decisiva das últimas décadas para os EUA.
As sondagens dão a vitória a Joe Biden e Donald Trump já fez saber que não aceitará resultados eleitorais que não lhe sejam favoráveis. Um estratega político e uma historiadora sublinham a imprevisibilidade e o caos destas eleições.
O ex-presidente surpreendeu uma eleitora por telefone e pediu-lhe que incentivasse amigos, colegas e familiares a votar nas eleições. O vídeo conta já com mais de 580 mil reproduções.